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02/02/2009

União Européia quer um mercado de carbono global

Já comprometida a expandir o Esquema de Comércio de Emissões (ETS), a União Européia quer agora que outros países industrializados participem das negociações e que assim seja formado um grande mercado de carbono mundial.

A criação de um mercado global de carbono é também tema lançado pelo Conselho Mundial de negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD)

Já comprometida a expandir o Esquema de Comércio de Emissões (ETS), a União Européia quer agora que outros países industrializados participem das negociações e que assim seja formado um grande mercado de carbono mundial.

A comissão européia espera que até 2015 outras bolsas se juntem ao ETS, e afirma que já em 2020 os países emergentes também devem ser chamados para ingressarem no esquema.

O ETS foi criada em 2005 e cobre indústrias pesadas e grandes usinas elétricas, porém mais setores serão incluídos com o tempo.

Apresentada nesta quarta-feira (28), a proposta desse mercado mundial é  uma das contribuições da UE para a Conferência Climática das Nações Unidas que será realizada em dezembro em Copenhague, na Dinamarca.

 O objetivo desse encontro é apresentar um sucessor ao protocolo de Quioto, ratificado em 1997 e que expira este ano.

A comissão européia também propôs que os países em desenvolvimento, inclusive o Brasil, comecem a por em prática planos de redução de emissões.

Segunda um levantamento da própria UE, para combater as mudanças climáticas serão necessários investimentos anuais crescentes, que por volta de 2020 sejam da ordem de € 175 bilhões. Desse total, mais da metade deveriam ser investidos nos países emergentes.   

A especialista em clima da organização não-governamental WWF, Kim Cartensen, afirmou que a UE deveria se concentrar em seus próprios dilemas antes de se proclamar líder no combate às mudanças climáticas e pedir atitudes de outros países.

“Medidas como padrões para as usinas elétricas européias deveriam ser adotadas para complementar essas iniciativas de comércio de emissões”, conclui Cartensen.


Fonte: BBC



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