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18/11/2014

Tropical Flora trabalha com 20 espécies de madeira nobre no interior de São Paulo

O diretor florestal empresa, Eduardo Ciriello, destaca o potencial do mogno africano

Eduardo Ciriello durante seminário promovido pelo Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), na capital paulista

Quando o assunto é a perspectiva econômica e a viabilidade técnica do plantio do mogno africano no Brasil, o diretor florestal da Tropical Flora, Eduardo Ciriello, é bem objetivo: “trata-se de uma madeira com elevada durabilidade, beleza estética, alta densidade e com foco para a movelaria, além de uma valorização do preço entre 9% e 15% ao ano”.

Para este engenheiro agrônomo, mestre em ciência florestal, há um horizonte muito grande de trabalho. Ciriello explica que a Tropical Flora tem plantios de mogno africano pelo interior de São Paulo e dá assessoria técnica para outros silvicultores em várias regiões do País. No entanto, Ciriello destaca que a Tropical Flora detém plantios com 20 espécies de madeira nobre em Garça, interior de São Paulo, e também dá uma atenção especial para o guanandi, além de plantios consorciados com café e pupunha – que gera o palmito.

Na avaliação de Ciriello, como o mercado saiu há pouco tempo da fase “embrionária”, são poucos os critérios para a definição de preços a serem praticados. Entretanto, já há cotações pelo International Timber Tropical Organization (ITTO) e Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. “O importante é definir o mercado que quer atingir. O mercado interno vai absorver pelo menos 50% de tudo o que for produzido. O crescimento da floresta comercial produtiva valoriza a terra – o ativo florestal. A produção e o consumo estão muito próximos. O preço do mogno no Peru chega a 1570 US$ e o ipê chega a US$ 2.725, por metro cúbico”, diz.

Certo mesmo é que o plantio de madeira nobre é um investimento de longo prazo, mas com mercado garantido devido ao aumento na demanda anual. Como o Brasil é referência em silvicultura, na madeira nobre não é diferente. Por isso, Ciriello ressalta que é preciso definir o que plantar e como plantar, já que o segredo é o planejamento. “O produtor rural ainda não é silvicultor. Há vários sistemas de plantio, inclusive os consorciados”, comentou Ciriello.

Quanto ao mogno africano, ele diz que as duas espécies - khaya senegalensis e khaya ivorensis – têm boa resistência à seca, precisam de 700 mm por ano de chuvas e suportam até sete meses sem água, com poucos relatos de pragas e doenças no início do plantio, além de um incremento de 2 a 3 metros de altura por ano. “É possível desbaste com quatro e sete anos, dá para plantar em áreas onduladas, como, por exemplo, as inclinações no Vale do Paraíba (SP)”, complementa.


Fonte: Painel Florestal



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