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28/08/2013

SFB lança estudo sobre carga tributária no setor florestal madeireiro

Foco foi sobre florestas nativas da Amazônia, e compreensão sobre impostos nos produtos madeireiros fomenta debate sobre competitividade

A madeira em tora é o produto com maior produção e valor

O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) mapeou a carga tributária que incide sobre produtos florestais madeireiros da Amazônia e apresentará os resultados desse levantamento em uma reunião aberta ao público nesta sexta-feira, 30, em Brasília.

Segundo a diretora de Fomento e Inclusão do SFB, Claudia Azevedo-Ramos, “fomentar o debate e informar o público é o primeiro passo rumo a coibir distorções e fortalecer uma economia florestal sustentável que permitirá que a floresta Amazônica permaneça em pé e saudável”.

Com o encontro, o SFB busca trazer especialistas do governo, do setor florestal e da academia para suscitar um debate plural e avançar em direção a propostas de solução que contribuam para o aumento de competitividade do setor florestal.

Dados

O setor florestal desempenha um importante papel na economia do País. Em 2011, a produção primária florestal somou R$ 18,1 bilhões, dos quais a silvicultura contribuiu com 72,6% (R$ 13,1 bilhões) do total apurado, enquanto a extração vegetal participou com 27,4% (R$ 5,0 bilhões). Os dados são da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2011, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A madeira em tora se destaca como o produto com maior produção e valor, com 14 milhões de metros cúbicos de madeira provenientes da Amazônia. Somada às florestas plantadas, seu valor de produção ficou em R$ 17 bilhões. Dados de um estudo realizado pelo SFB e pela ONG Imazon, de 2009, apontam ainda que o setor florestal na Amazônia gera em torno de 200 mil empregos e conta com cerca de 2,2 mil empresas.

O estudo que será apresentado na próxima sexta mostrará, além da carga tributária, qual o tributo que mais onera a cadeia, além de avaliações de vários cenários potenciais de desoneração tributária que, caso adotados, fortaleceriam a economia florestal local. Esta iniciativa teve o apoio da cooperação técnica alemã por meio da GIZ. O resumo executivo e o estudo completo poderão ser acessados no site do SFB a partir de 2 de setembro.

Serviço

Lançamento do estudo “Fortalecimento do setor Florestal no Brasil: Mapeamento da carga tributária incidente sobre produtos florestais madeireiros e proposição de medidas de desoneração”

Local: auditório do Cenaflor (Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal/SFB) – Av. L4 Norte, Trecho 2 (dentro do complexo do Ibama) - Brasília - DF

Horário: 9h às 12h

Data: sexta-feira, 30/8

 


Fonte: Painel Florestal - Assessoria



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Comentário(s) (1)


jQo58Tsf disse:

28/09/2013 às 11:10

I must admit I was surprised?and sanededd?by the violence and contempt of some comments to my article. All I wanted was to share my opinion on a common topic in hopes of maybe helping someone to ?cut through the noise?, to provoke some thoughts and maybe, start a discussion. Not to be shouted and spit at. Apparently, I should?ve shut up and only talk with the permission of those who know better like this ?survival instructor? whose comment is still visible on the SF Facebook page and who is ?tired of urban people?. What?s worse: these comments could be avoided if only their authors paid attention when they read the article. It seems the notion of ?common activities? has totally escaped them.I wouldn?t bother to answer to insults but I?m kinda fond of ?urban people? so, on their behalf:1.While in the military I was stationed in Djibouti, a small country in Eastern Africa, the very region some of the world?s best long-distance runners come from. One of our missions was to escort our Chief Medical officer when he provided assistance to people dwelling in the desert. While he was getting busy, we would stay by the trucks or patrol around. The natives would not pay us any attention, which made us ideally positioned to observe their habits and their everyday life. I have never, not once seen them running. 2.Several of my friends were stationed in French Guyana and regularly meet the natives still living in the tropical forest there. One of the guys has actually befriended a native and came to spend all his leaves in his jungle village. No running reported either.3.Totally different situation: for the past four or five years I?ve been friends with a homeless guy leaving on the riverbank near my company. Not the type who?d spend hours at the door of some social service waiting for a bowl of soup. This guy grows his own veggies, fishes, and scavenges around the neighborhood. Guess what? He never runs either.So, aside from not running, what PHYSICAL ACTIVITIES are COMMON to all those guys? Despite being separated by half the world, they all:1.Walk a lot.2.Lift stuff (stones in Africa, logs in South America, anything and everything here in the city).3.Climb (rocky slopes in Africa, trees in South America, fences in the city).I believe that those are our MOST COMMON natural physical activities in a ?primitive? (as in ?cut from the joys of civilisation?) state/situation. They are now and they were for an extended period of time where they?ve influenced our anatomy and physiology. And that from the point of view of physical health, walking and strength training (with and without weights) should be the bulk of anyone?s GPP. All other stuff (long-distance running, yoga, dancing etc.) is totally welcome as long as it doesn?t take over the first two. If you have different opinion, please, share.

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