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25/10/2010

Setor de celulose segue otimista

A Pulp and Paper Products Council (PPPC), que reúne as produtoras globais da indústria de papel e celulose, trouxe boas notícias para o setor na semana passada e levou analistas a descartarem, ao menos para o curtíssimo prazo, a possibilidade de uma redução de preços da celulose.

A Pulp and Paper Products Council (PPPC), que reúne as produtoras globais da indústria de papel e celulose, trouxe boas notícias para o setor na semana passada e levou analistas a descartarem, ao menos para o curtíssimo prazo, a possibilidade de uma redução de preços da celulose. Diante disso, as ações das produtoras de celulose Fibria e Suzano eram destaques de alta na Bovespa na última quinta-feira (21), em dia de baixa na bolsa paulista.

Dados da PPPC mostraram que os estoques globais de celulose caíram em setembro em dois dias, para o equivalente a 32 dias de demanda. Os embarques de celulose no mundo avançaram 14% na comparação mensal, para o maior nível desde o começo de 2008, com destaque para a demanda chinesa. Os números da PPPC foram citados em relatórios do Credit Suisse e do Citi.

Segundo o analista do setor de papel e celulose da Link Investimentos, Leonardo Alves, os números da PPPC mostraram que enquanto os estoques do insumo estão em queda, os embarques seguem pelo caminho oposto. Para o analista Ivan Fadel, do Credit Suisse, as estatísticas de setembro indicam que a demanda deve continuar forte no quarto trimestre, bem como a recomposição dos estoques, dando suporte aos preços da celulose no final de 2010 e início de 2011.

O preço da celulose por tonelada está em US$ 900 para América do Norte, US$ 870 para Europa e US$ 800 para Ásia. Para as duas primeiras regiões, foram seis aumentos consecutivos de janeiro a junho de 2010, e para a Ásia foram cinco. Após estabilidade em julho, contudo, Fibria e Suzano anunciaram redução de preços para agosto, de US$ 50 por tonelada. Os reajustes registradas na primeira metade de 2010 são resultado de fatores como o terremoto no Chile em fevereiro, que paralisou fábricas em um dos maiores produtores do mundo; a redução dos estoques e o aumento da demanda da China.


Fonte: Terra Notícias. Adaptado por Celulose Online



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