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28/06/2010

Rentável e Ecologicamente Correta

Produção de palmeira real em Santa Catarina garante bons lucros, mas ainda enfrenta a falta de fiscalização e de investimentos em pesquisa.

Santa Catarina se destaca não apenas por suas belezas naturais, mas principalmente pela adoção e inovação tecnológica na produção agropecuária, o que a torna a maior produtora brasileira de maçã, uma das mais importantes produtoras de sementes de soja, além de destaque na suinocultura entre outros. No cultivo do arroz irrigado, o Estado possui o maior índice mundial em produtividade, graças à tecnologia e profissionalismo dos produtores, fatores estes que o levaram a ser também o precursor no cultivo da palmeira real da Austrália, voltado à produção de conservas.

A extração predatória da palmeira juçara da Mata Atlântica culminou na exaustão da espécie, o que obrigou o setor a investir no cultivo de variedades exóticas, que, ao mesmo tempo, se tornaram protetoras da espécie nativa, embora o setor produtivo denuncie a ineficácia das diretrizes legais de preservação da espécie nativa.

De acordo com a pesquisadora da Estação Experimental da Epagri de Itajai (SC), Teresinha Catarina Heck, a partir da década de 80 e intensamente nos anos 90, o palmito nativo foi escasseando, o que provocou um desequilíbrio entre a oferta de matéria-prima e a procura pelo produto. Com a demanda superando a oferta, houve um aumento no preço do palmito, motivando a exploração desordenada e predatória da palmeira juçara (Euterpe edulis), o que provocou o corte de muitas matrizes, dificultando cada vez mais sua reprodução.

“Desta forma, a palmeira juçara tornou-se uma espécie ameaçada de extinção, sendo proibida sua exploração. Por outro lado, os produtores que haviam preservado o “palmiteiro” em suas propriedades, já que este era tido como uma espécie de “poupança”, utilizado apenas em ocasiões especiais ou emergenciais, sentiram-se prejudicados pela legislação e ameaçados pelos ladrões de palmito da mata, que na calada da noite, invadiam as propriedades, desrespeitando todas as leis e manejos existentes”, explica.

Seminário – O descompasso na produção de palmito, fez com que em 1995 as entidades ligadas ao setor realizassem o primeiro Seminário sobre Palmeiras Produtoras de Palmito em Santa Catarina, promovido pela Epagri, Fundação 25 de julho de Joinvile e pela Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Guaramirim, para discutir alternativas de novas espécies e as diretrizes da atividade.

O evento contou com a participação da especialista e pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas, IAC, Marilene Bovi, que falou sobre a cultura da pupunheira, além do pesquisador da Epagri, Milton Geraldo Ramos, que abordou sobre outras palmáceas com potencial produtivo.

“Neste encontro, ficou acordado que os pesquisadores da Epagri de Itajaí atuariam nas pesquisas sobre as palmáceas exóticas voltadas à produção de palmito, como a pupunha e a palmeira real. Após algum período, as conclusões dos primeiros experimentos da pesquisa mostraram que a palmeira real seria uma espécie com potencial para a região devido à sua rusticidade quanto ao aspecto fitossanitário, adaptação às condições climáticas e disponibilidade de sementes, uma vez que já era uma planta bastante usada em paisagismo (praças, jardins, alamedas)”, explica pesquisadora.

Os trabalhos de pesquisa na Epagri iniciaram com a seleção de plantas para coleta das sementes e a produção das primeiras mudas, além da caracterização morfológica das espécies que ocorrem na região. Segundo a Epagri, até então, não havia uma distinção das variedades existentes, sendo que a palmeira real era utilizada no Brasil apenas para ornamentação.

“Das seis espécies do gênero que ocorrem naturalmente na Austrália, no Brasil, até o presente momento e de acordo com características morfológicas, foram identificadas duas espécies (Archontophoenix alexandrae e Archontophoenix cunninghamiana) e seus híbridos naturais. Assim, estamos trabalhando em pesquisas para selecionar plantas mais uniformes, com maior potencial produtivo”, explica a pesquisadora.


Fonte: Revista Panorama Rural



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