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29/01/2013

Região do parque estadual da serra do brigadeiro: saberes de professores quanto às questões ambientais

Mais um trabalho elaborado pelos professores da Universidade Federal de Viçosa - UFV

Foto do Parque
A problemática da mineração na região do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB), que inclui sua Zona de Amortecimento e as Áreas de Proteção Ambiental (APA) (IRACAMBI, 2011) e, ainda, os impactos socioambientais advindos destes empreendimentos, os quais poderão modificar a realidade das comunidades locais, são importantes de serem conhecidos e discutidos para que as pessoas possam se posicionar fazendo valer os seus direitos de cidadania. Neste cenário, a Educação Ambiental (EA), como uma estratégia de integração das populações do entorno, pode ser considerada uma possibilidade promissora para conscientização de indivíduos e comunidades na busca de solução para problemas desta magnitude.
          Dentre os vários espaços para se trabalhar a educação ambiental, a escola desempenha um papel fundamental por ser considerada um locus privilegiado para o tratamento das questões sociais e ambientais contemporâneas. Ressalta-se, contudo, que a escola, sozinha, não poderá responder a toda complexidade envolvida na EA se forem desconsiderados outros elementos, tais como as políticas públicas para a área, local de consolidação e formalização de ações; as universidades, que geram tecnologias e formam profissionais da educação; e os movimentos sociais de reivindicação e de educação popular.  Urge, portanto, que a escola e os professores, como atores sociais responsáveis pela socialização dos conhecimentos acumulados pela humanidade auxiliem os alunos a  adquirirem conhecimento para a compreensão essencial do meio ambiente local e global, bem como sobre as questões sociopolíticas, econômicas e culturais. 

Angela Maria de Carvalho Maffia
Profa. Dra. do Departamento de Educação da Universidade Federal de Viçosa – amaffia@ufv.br
 
Elias Silva
Prof. Dr. do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa – eshamir@ufv.br
 
Rita de Cássia Alcântara Braúna
Profa. Dra. do Departamento de Educação da Universidade Federal de Viçosa – rbrauna@ufv.br
 
Guido Assunção Ribeiro
Prof. Dr. do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa – gribeiro@ufv.br

Para acessar o trabalho completo, CLIQUE AQUI!




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Comentário(s) (1)


cuzFoRctmLTZ disse:

28/09/2013 às 10:48

Jonathan, I read with interest your reoprt. As an old timer I would like to point out a connection you might have missed. No more than 25% of our sections can be taught by sessionals. This is in the contract. A sessional costs about 1/2 as much as a full time regular employee (B contract), so this enables management to save money and spend it elsewhere, such as on the research office.Since each sessional section ($6000) must be matched by 3 regular sections (about $12000 each) there is some savings in employing sessionals. Four sections would cost $42,000 as opposed to $48,000 if all four were purly regular.However by itself this isn't enough to pay for research and other goodies. To further reduce costs, and hence allow research at UFV, I made a deal that facutly overloads would not be counted in the 25%. Thus when four courses are taught as faculty overloads the cost would be only $24,000 (a savings of $42,000-$24,000=$18,000)If you push faculty out of overloads then this will cost UFV quite a bit. UFV must respond but cutting back on goodies such as research releases. The math above shows 4 faculty overloads pays for 3 research releases.Thus in practice it is facutly doing overloads that pay for the luxury of research releases that other faculty can enjoy. I think we all win by this.

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