Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


26/01/2009

Plano energético para os próximos dez anos quer desenvolver fontes alternativas

O bagaço da cana-de-açúcar e a força dos ventos são fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos. A informação é do Plano Decenal de Expansão Energética (PDE) 2008-2017, feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O plano prevê o desenvolvimento e a contratação de novas formas de energia para o país e a construção de 82 usinas termelétricas e 71 hidrelétricas.

Energia eólica, uma das fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos.

O bagaço da cana-de-açúcar e a força dos ventos são fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos. A informação é do Plano Decenal de Expansão Energética (PDE) 2008-2017, feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O plano prevê o desenvolvimento e a contratação de novas formas de energia para o país e a construção de 82 usinas termelétricas e 71 hidrelétricas.O documento está disponível para consulta pública no site www.epe.gov.br até o dia 30 deste mês.

Segundo o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, em entrevista à Rádio Nacional, o Brasil tem grande potencial de energia, mas usa apenas um terço dessa capacidade. Para melhor aproveitamento seria necessário explorar formas alternativas. Ele destaca a bioeletricidade e a energia eólica (produzida por ventos) como áreas promissoras.

A bioeletricidade é a produção de energia a partir da biomassa, sobretudo do bagaço da cana-de-açúcar. Tolmasquim destaca que essa fonte vai ter papel crescente com a extração do etanol. “Haverá mais produção de bagaço de cana e maior produção de bioeletricidade”. Ele alerta, entretanto, que a colheita da cana dura sete meses, por isso é uma fonte de energia complementar.

Sobre a exploração eólica, Tolmasquim afirma que o Brasil também tem grande potencial e que o governo quer investir nessa área. “Estamos nos organizando para contratar energia eólica, a partir deste ano”. O empecilho, segundo ele, é o custo. “Os ventos não sopram o tempo todo, no Brasil os bons sítios ventam cerca de 40% do tempo. A empresa investe em um equipamento que gera energia em apenas parte do tempo, portanto a energia acaba saindo cara”. Apesar disso, o presidente da EPE lembra que é importante o país acompanhar essa tecnologia.


Fonte: Agência Brasil



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

27/09/2020 às 13:49

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para carvão?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


2675 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey