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29/04/2010

Petrobras Estuda Lavra de Super-Reserva de Potássio

Cobiçada pela canadense Falcon Metais, a mina de potássio de Fazendinha, no município amazônico de Nova Olinda do Norte, interessa mais ao governo do que à Petrobras.

Embora sofra pressões do Planalto para iniciar o quanto antes a produção da jazida, considerada um Eldorado do potássio - uma das matérias-primas para produção de fertilizantes -, a Petrobras aguarda o resultado de um relatório de análise do reservatório, no meio do ano, para tentar convencer o Ministério de Minas e Energia da necessidade de transferir o negócio para uma mineradora como a Vale, especializada em operações de alto risco.

A estatal detém os direitos de lavra da reserva desde a década de 1980.

Ciente do objetivo do governo de reduzir as importações de insumos para fabricação de fertilizantes, que somaram US$ 15,4 bilhões nos dois últimos anos, a Petrobras pretende concentrar investimentos na produção dos chamados nitrogenados, um outro tipo de matéria-prima do mesmo produto.

Para isso, pretende desembolsar quase US$ 5 bilhões na construção de pelo menos três novas fábricas de insumos como amônia e ureia, nos estados de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais.

O plano também prevê investimentos na modernização e duplicação da fábrica de fertilizantes (Fafen) já existente em Sergipe.

Embora a reserva de Nova Olinda do Norte seja considerada a terceira maior do mundo, atrás somente de jazidas no Canadá e Rússia, a diretoria da Petrobras admite que os riscos ambientais do empreendimento tornam proibitivo o investimento de uma empresa que tem as reservas do pré-sal como prioridade estratégica.

Como se encontram a uma profundidade de mil metros, em uma área de 300 mil hectares, a jazida demanda uma tecnologia cara e altamente poluente para produzir cerca de 1,1 bilhão de toneladas de potássio identificadas previamente pela estatal.

A tecnologia prevê a injeção de água nos poços para trazer o potássio à superfície. O problema é que, junto com o mineral, a água também traria cloreto de sódio, um resíduo que acabaria depositado nos rios da região.

Por isso, o custo para mitigação dos danos é avaliado pela empresa como muito alto, levando-se em consideração não só os desembolsos com a tecnologia, mas também o impacto para a imagem da companhia, no momento em que o governo recebe duras críticas - até do exterior - por investir na hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.

"O problema é que, diante do alto custo ambiental, essa mina não chega a ser tão Eldorado assim", diz uma fonte da Petrobras. "Por isso que é preciso se avaliar com cuidado tudo o que se fala sobre esse projeto (de Nova Olinda).

A Petrobras está disposta a contribuir para a redução do déficit de fertilizantes do país, mas poderá fazê-lo com os investimentos previstos nas fábricas de nitrogenados, como amônia e ureia."

Daí a tentativa da Petrobras de vender, no ano passado, a reserva para a mineradora canadense, que já opera outro reservatório na mesma região, nos municípios de Autazes e Itapiranga, próximos ao encontro dos rios Madeira e Amazonas.

A palavra final sobre o projeto será dada provavelmente em julho, quando uma consultoria estrangeira contratada pela estatal deverá entregar um relatório com análise detalhada das reservas.


Fonte: Brasil Econômico



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