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14/01/2009

Pesquisa avalia potencial

Resultados mostram que a palmeira passa a ocupar posição privilegiada na lista de oleaginosas. Por meio do Programa de Pós-graduação em Botânica do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o pesquisador Otoniel Ribeiro Duarte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-Roraima) concluiu sua tese de doutorado com um tema de alto interesse para o Programa de Biocombustíveis sob a orientação da pesquisadora do Inpa, Ires Paula de Andrade Miranda.

Resultados mostram que a palmeira passa a ocupar posição privilegiada na lista de oleaginosas. Por meio do Programa de Pós-graduação em Botânica do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o pesquisador Otoniel Ribeiro Duarte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-Roraima) concluiu sua tese de doutorado com um tema de alto interesse para o Programa de Biocombustíveis sob a orientação da pesquisadora do Inpa, Ires Paula de Andrade Miranda.
A pesquisa permitiu o conhecimento do potencial oleaginoso da palmeira inajá (Maximiliana maripa Aublet Drude). Os resultados mostraram que a referida palmeira passa a ocupar posição privilegiada na lista das oleaginosas promissoras, tornando-se estratégica dentro do Programa Nacional de Produção e usos de Biocombustíveis e preenchendo quesitos relativos ao desenvolvimento regional, inclusão social e preservação ambiental.
O estudo sobre a produtividade da fruta estabelecida no presente trabalho, conclui um número médio de frutos por cacho em torno de 2117 (dois mil cento e dezessete) frutos e uma concentração de óleo na semente de 62 a 67 %, o inajá figura dentre as oleaginosas como uma espécie promissora para o seu aproveitamento sustentável no Estado de Roraima, o qual possui grande abundância dessas palmeiras nas áreas antropizadas (desmatadas pelo homem). Além dessa especificidade da produção de óleos para atender a demanda governamental na Amazônia, o inajá por meio de seus resíduos das sementes e frutos, também aponta grandes possibilidades de inserção na dieta de aves e suínos em mistura nas rações tradicionais desses animais.Duarte, enfatiza em sua tese que o manejo desta palmeira oleaginosa em pastagens e roçados se torna uma alternativa interessante, pois devido a alta regeneração que ocorre nestes ambientes abertos, adaptação em solos pobres quimicamente, ausência de espinhos e a alta produtividade em óleos permite um manejo barato e fácil, gerando renda aos pequenos produtores rurais.
O pesquisador também explica que esta palmeira tem potencial para produzir mais de 3500 (três mil e quinhentos) litros de óleo por hectare, baseado apenas na seleção de plantas promissoras existentes na região.

Incentivo à pesquisa
De acordo com Miranda, responsável pelo Laboratório de Estudos em Palmeiras da Amazônia (LABPALM) do Inpa, o grupo vem desenvolvendo pesquisas de identificação, mapeamento com coordenadas geográficas e estudos ecológicos de palmeiras, considerando o Estado de Roraima possuidor de grande incidência de inajá a qual tornou-se, segundo o grupo, a palmeira indicada para o aproveitamento racional.


Fonte: www.florestavivaextrativismo.org.br



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