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04/09/2011

Pesquisa atesta novo potencial do Amazonas na produção de borracha

Estudo avaliou a cadeia produtiva da borracha natural em seringais nativos do município de Lábrea

Foto: Samira Silva

 Pesquisa aponta a possibilidade de colocar o Amazonas entre os principais produtores de borracha natural. O estudo realizado no município de Lábrea (a 701 quilômetros de Manaus) foi feito pelo pesquisador Edinaldo Oliveira, mestre em Agricultura no Trópico Úmido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

 
Segundo Oliveira, o estudo avaliou  a cadeia produtiva da borracha natural em seringais nativos em Lábrea, investigando o sistema produtivo de acordo com as circunstâncias das seringueiras em diferentes períodos do ano.
 
O pesquisador constatou que a cadeia produtiva está incompleta, uma vez que o setor industrial para produção não existe em Lábrea. “Mas a implantação da fábrica de pneus em Manaus possibilitará o aumento da produção estadual, que é de 2% de látex coagulado”, apontou.
 
Ele afirma, ainda, a existência de alguns entraves que dificultam a atividade extrativista e destaca também a inexistência de registro fundiário de posse da terra dos seringalistas, a dificuldade de aquisição de insumos de produção, a falta de capacitação de técnicos e seringueiros, falta de  capital de giro e de comercialização e escoamento da produção. 
 
Suprindo todos esses entraves, o pesquisador aponta para a possibilidade do aumento do número de seringueiros, passando de dois para cinquenta mil o número de pessoas trabalhando em seringais nativos. Mediante essa projeção, o pesquisador afirma que isso pode alavancar novamente a produção de borracha natural no Estado de forma que as necessidades da indústria abastecidas por látex sejam supridas.
 
“Vejo com bons olhos e boa expectativa o retorno dessa atividade extrativa, tendo em vista que pode-se gerar emprego e renda ao seringueiro, bem como pode contribuir para preservação e manutenção da floresta, pois a extração de látex não é uma atividade predatória e sim de subsistência do caboclo”, afirmou.
 
Toda a pesquisa foi financiada pelo Programa Institucional de Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).    


Fonte: UOL



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