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09/07/2014

Ocupação do solo e conflitos em Áreas de Preservação Permanente na bacia hidrográfica do córrego Barra Seca (SP)

Dissertação apresentada à Universidade Estadual Paulista ?Júlio de Mesquita Filho?, de autoria de Yara Manfrin Garcia, relata sobre os Conflitos de uso do solo em APPS na bacia hidrográfica do córrego Barra Seca (Pederneiras/SP) em função da legislação ambiental.

Foto do trabalho
A ocupação do Brasil caracterizou-se pela falta de planejamento e consequentemente pela destruição dos recursos naturais, devido à falsa ideia de que esses recursos eram inesgotáveis. Estimulou-se assim, o chamado “desenvolvimento” desordenado, sem compromisso com o futuro no qual resultou na eliminação e fragmentação florestal e, em um conjunto de problemas ambientais como a extinção de várias espécies da fauna e da flora, as mudanças climáticas locais, a erosão dos solos, o assoreamento dos cursos d'água, a supressão das matas ciliares, entre outros. Desta forma, o estudo do espaço geográfico e dos aspectos ambientais nele inseridos pressupõe uma série de conhecimentos e informações que precisam ser trabalhados de maneira mais ágil, fácil e rápida, destacando assim as novas tecnologias.

O presente trabalho, realizado pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”- Campus de Botucatu, teve como objetivo mapear as classes de uso e ocupação do solo e seus respectivos conflitos nas Áreas de Preservação Permanente (APPs) da bacia hidrográfica do córrego Barra Seca, localizada no distrito de Guaianás, Pederneiras/SP. Para o apoio cartográfico, utilizou-se a carta planialtimétrica em formato digital, editada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1973) referente a folha de Agudos (SF-22-Z-B-II-3), em escala 1:50.000.

A realização deste trabalho teve como suporte legal a legislação ambiental, mais especificamente, a Lei Federal no 12.651/12, com alterações feitas pela Lei Federal no 12.727/12. Os usos e ocupação do solo da bacia hidrográfica do córrego Barra Seca são mata ciliar, mata, pastagem, reflorestamento, cana-de-açúcar, eucalipto, represa, vias pavimentadas, área urbana, barracões e outros, lazer, outras culturas e cemitério, sendo que os usos mais significantes referem-se a cana-de-açúcar (1960,29ha) representando 49,81% da área total da bacia, seguido de reflorestamento (1025,01ha) e pastagem (405,63ha).

Quanto as Áreas de Preservação Permanente constatou-se que elas não estão sendo totalmente preservadas conforme a legislação, apenas 93,57ha (53,90% do total das APPs) estão preservadas. O cumprimento desta, é um mecanismo e instrumento fundamental para o planejamento e o gerenciamento de recursos hídricos. Desta forma, o estudo de uma determinada bacia hidrográfica torna-se uma ferramenta importante para entender sua dinâmica em relação ao uso e ocupação de sua área, além de reconhecer as inter-relações existentes entre os diversos elementos e processos que atuam no seu limite e caracterizar os seus problemas ambientais. O auxílio do SIG mostrou ser uma ferramenta essencial e eficiente na obtenção dos mapas de ocupação do solo, das Áreas de Preservação Permanente e de conflitos de usos em APPs, servindo de base para futuros planejamentos da região.

Esse e mais trabalhos estão disponíveis no site da Biblioteca Digital Florestal.

Link do trabalho: http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/9328


Fonte: Josiane Almeida e Marina Lotti - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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