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11/02/2011

Novos produtos extrativistas, como murici e pinhão, podem entrar na PGPM-Bio

Catadores de murici, pinhão, juçara, buriti e cacau extrativo do Amazonas poderão ser os próximos beneficiados com a subvenção oferecida pelo governo federal na ajuda às comunidades interioranas que têm o apoio da Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

Os técnicos da Conab que acompanham a ação estão estudando a nova inclusão na lista que hoje contempla 11 produtos regionais, entre os quais, babaçu, piaçava, castanha-do-brasil e mangaba. Outras práticas extrativas também do Amazonas, como a fruta do camu-camu e o pirarucu de manejo estão em estudo de viabilidade econômica.

A proposta da Superintendência de Gestão da Oferta (Sugof/Gebio), se aprovada, passa ainda pelo estudo do custo de produção, realizado também pela Companhia, a fim de que seja definido o preço mínimo utilizado no cálculo da subvenção.

Pelo mecanismo, o governo paga aos extrativistas a diferença entre o preço mínimo e o de mercado. Atualmente, são 11 os produtos garantidos pela PGPM-Bio - borracha extrativa, castanha-do-brasil, babaçu, baru, mangaba, umbu, piaçava, cera de carnaúba, açaí, pó cerífero e pequi.

Orçamento 2010/2011


Dos R$ 24 milhões liberados pelo governo para utilização em 2010/2011, já foram gastos, até novembro passado, R$ 2,5 milhões, beneficiando 14.424 famílias das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. E deste total, R$ 1.073 mil atenderam a venda de borracha extrativa, para a qual foram reservados mais de R$ 10 milhões, o maior valor entre os produtos. Segundo a Sugof, os recursos estão disponíveis desde o ano passado e podem ser utilizados até junho próximo, quando será definido o novo preço mínimo de cada produto. 

Visitas e estímulo


Os técnicos da Conab vêm pesquisando, todos os anos, as áreas abrangidas por esta ação governamental, que é estendida a extrativistas e outros beneficiários. Há uma preocupação dos técnicos em orientar as comunidades para uso dos recursos da PGPM-Bio.

No ano passado, por exemplo, a técnica Martha Helena de Macedo, da Sugof/Gebio, esteve no estado de Sergipe, onde contatou os representantes de cooperativas e associações de catadores de mangaba, explicando-lhes os benefícios.

Segundo ela, os catadores passam por diversas dificuldades, entre as quais o impedimento de percorrerem áreas de fazendas onde há o desenvolvimento natural das mangabeiras. "Alguns fazendeiros adotam a prática de corte da planta, objetivando afastar os extrativistas de seu território", medida que considera perversa. Também, lembra a questão burocrática de emissão de nota fiscal, onde incidem os impostos estaduais, considerados elevados para o padrão modesto da população.


Fonte: Conab



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Comentário(s) (1)


laura e karina disse:

26/05/2011 às 20:44

o povo fei.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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