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05/05/2015

Juntas, Fibria e Klabin vão fornecer celulose para o mercado externo

Ao todo serão comercializadas, por ano, um total de 1,1 milhão de toneladas

Celulose branqueada será o principal produto exportado

A Fibria e a Klabin anunciam que aprovaram a celebração de um contrato para fornecimento de celulose de eucalipto (fibra curta), que será produzida na nova fábrica da Klabin em construção na cidade de Ortigueira, no Paraná (Projeto Puma). Com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão de celulose de fibra curta, a fábrica tem seu início de operação previsto para 2016.

O contrato entre as duas empresas estabelece o compromisso firme de aquisição pela Fibria, ou por suas subsidiárias, do volume mínimo de 900 mil toneladas anuais de celulose de fibra curta, que será vendido com exclusividade pela Fibria em países fora da América do Sul. O volume adicional produzido pela nova fábrica será comercializado diretamente pela Klabin, sendo a celulose de fibra curta nos mercados do Brasil e da América do Sul, e a celulose de fibra longa e fluff no mercado global.

“O contrato entre Fibria e Klabin reflete a visão inovadora das duas companhias e cria uma nova referência no mercado. Tal iniciativa é positiva para ambas as partes, agregando eficiência logística, complementaridade estratégica, sinergias e criação de valor compartilhado”, afirma o presidente da Fibria, Marcelo Castelli.

“O Projeto Puma é o maior investimento da Klabin em seus 116 anos de história e marca o retorno da companhia ao mercado de comercialização de celulose. Aliar a reconhecida competência florestal e industrial da Klabin à experiência comercial da Fibria nesse mercado, em um contrato inédito no setor global de celulose, resultará em uma operação que beneficia ambas as empresas”, destaca o CEO da Klabin, Fabio Schvartsman.

O período do contrato será de 6 anos, sendo 4 anos com volume mínimo de 900 mil toneladas e 2 anos de redução gradual do volume do contrato (o chamado phase out). Os volumes do quinto ano e do sexto ano serão equivalentes a, respectivamente, 75% e 50% do volume entregue no quarto ano do contrato.

O volume de vendas previsto em contrato poderá ser reduzido a qualquer tempo, mediante prévio aviso, em até 250 mil toneladas para eventual futura integração em papéis para embalagem da Klabin. O contrato poderá ser renovado mediante acordo das partes. O preço de venda terá por base o preço médio líquido praticado pela Fibria, base FOB (free on board) no Porto de Paranaguá (PR). Projeto Puma

O Projeto Puma, nova fábrica de celulose da Klabin em construção na cidade de Ortigueira (PR), é o maior investimento da história da companhia. Com aporte de R$ 5,8 bilhões, excluindo-se ativos florestais, melhorias em infraestrutura e impostos, a Unidade terá capacidade para produzir, inicialmente, 1,5 milhão de toneladas de celulose, das quais 1,1 milhão de toneladas de celulose de fibra curta e 400 mil toneladas de celulose de fibra longa, parte dela convertida em fluff (utilizada em fraldas descartáveis e absorventes). A Klabin será a primeira empresa a fabricar a celulose fluff no Brasil, matéria-prima que hoje é 100% importada.

A fábrica será autossuficiente em geração de energia elétrica, com uma produção de 270 MW, dos quais 150 MW serão disponibilizados no sistema elétrico brasileiro – capacidade suficiente para abastecer uma cidade de meio milhão de habitantes. A inauguração da nova planta está prevista para o início de 2016.


Fonte: Painel Florestal - Assessoria



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