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27/05/2012

Indústrias de celulose congelam planos no Sul

Restrições à expansão do plantio de eucalipto afastam investimentos bilionários no RS

Foto: Google
O setor de papel e celulose, que tinha planos de investimentos bilionários no Rio Grande do Sul, está com projetos congelados no Estado.
Empresas de fora criticam restrições à aquisição de terra por estrangeiros, e grupos nacionais, a demora nos licenciamentos ambientais.
No meio da década passada, empresas começaram a comprar terras no Estado para plantio de eucalipto, visando a instalação de amplas indústrias de celulose. O setor era tido como promessa de renda para o sul gaúcho.
Hoje, há mudança de planos e incerteza. O caso mais evidente é o da sueco-finlandesa Stora Enso, que chegou à região com planos de cultivar 100 mil hectares para abastecer a futura indústria.
Passados seis anos, a companhia tem 20 mil hectares plantados, fechou o escritório de Porto Alegre e agora ergue unidade no Uruguai.
Em 2010, a AGU (Advocacia-Geral da União) fez parecer impondo barreiras à compra de áreas por estrangeiros.
Para a Stora Enso, a medida inviabilizou a expansão de suas atividades no Estado.
Situação parecida vive a Celulose Riograndense, empresa com capital chileno que tenta ampliar sua operação.
Para quadruplicar a fábrica de celulose que já mantém no Estado, precisa expandir sua área plantada, o que esbarra na restrição à compra de terras no país. Segundo a companhia, o projeto é o maior investimento privado do Chile no exterior.
Outro empreendimento indefinido pertence à Fibria, do grupo Votorantim, que deve vender um conjunto de terras em 28 cidades gaúchas.
O presidente da Associação Gaúcha de Empresas Florestais, Leonel Menezes, diz que as normas rígidas para o plantio de eucaliptos no Estado também criaram obstáculos para a expansão.
CRÍTICAS
A chegada dessas empresas causou reação de movimentos sociais e ambientalistas, que criticam o impacto da cultura do eucalipto. Membros dos sem-terra chegaram a depredar instalações.
O governo do Rio Grande do Sul afirma que as empresas participaram das discussões sobre o zoneamento do setor em 2006 e que segue normas do Código Florestal.
A AGU, ao elaborar o parecer, argumentou que a medida assegurava "soberania" sobre áreas estratégicas.


Fonte: Folha de São Paulo



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