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26/08/2010

Estudos para construção de cenário sustentável no futuro serão apresentados na Mostra

Análises foram elaboradas pela Price e a Word Business, levando em conta que o Planeta abrigará 9 bilhões de pessoas em 2050.

A sustentabilidade é estratégica em virtude das alterações climáticas e da tendência de aumento populacional no mundo todo somadas ao crescimento desordenado das cidades. Em função da urgência em se discutir esses temas, serão divulgados dois importantes estudos que esboçam desenhos para as cidades, no futuro, durante a 4ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental da Fiesp/Ciesp, que acontecerá de 24 a 26 de agosto.

Um deles, o "Relatório Vision 2050: The new agenda for business", documento lançado em fevereiro pelo World Business Council for Sustainable Development-WBCSD, será apresentado por Haroldo Mattos de Lemos, presidente do Instituto Brasil Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

Para o representante das Nações Unidas, o pioneirismo do Vision 2050 é que as propostas de planejamento podem ser discutidas e adotadas por governos, empresas e sociedade civil, para que o mundo chegue a 2050 com 9 bilhões de habitantes tendo suas necessidades básicas atendidas.

O Relatório nasceu do debate de 29 empresas, em 20 países ao redor do mundo, envolvendo centenas de empresários e especialistas com os olhos voltados para as próximas quatro décadas. Ou seja, estudos com foco no longo prazo.

De acordo com Lemos, o Relatório aponta sete ações fundamentais, para promover mudança de comportamento e inovação social, ação tão importante quanto a utilização das tecnologias. Mas isso requer novo estilo de governança com impactos na economia e na maneira de se fazer negócios.

Ainda sem a merecida visibilidade no Brasil, o documento poderá ser conhecido de perto na Mostra promovida pelo Comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo até ganhar, em breve, sua versão em português.

Há indicações para a solução de problemas comuns a serem resolvidos pelos países, como alimentação, habitação, acesso à água potável, saneamento básico, mobilidade urbana, educação e saúde.

O primeiro passo "na conquista da sustentabilidade é a erradicação da pobreza extrema", reforçou Lemos. Para isso, o mundo já tem conhecimento, tecnologia, habilidade e recursos financeiros suficientes para se alcançar as metas traçadas pelo Vision 2050, segundo conclusões do estudo.

Como as cidades serão construídas no futuro

O segundo trabalho a ser apresentado aos participantes da Mostra é o Cities of Opportunity, em sua terceira edição, que se baseia no perfil de centros econômicos e culturais.

A PricewaterhouseCoopers (PwC), em parceria com a Partnership for New York City, avaliou 21 cidades do mundo, incluindo São Paulo. Um dos objetivos é responder para qual caminho pende o crescimento das metrópoles.

O capital intelectual é entendido como combustível econômico no século XXI, mas a questão é criar um ambiente que atraia, desenvolva e seja capaz de reter talentos. Neste quesito, São Paulo encontra-se em posição interessante comparada às demais. A educação, porém, é desafio a ser enfrentado para melhor posicionamento futuro.

A pesquisa é constituída de dados quantitativos e qualitativos, composta de 58 variáveis a partir de números de agências nacionais de estatística, organizações multilaterais de desenvolvimento global (Banco Mundial e FMI) e institutos privados de pesquisa.

Entre os indicadores a serem apresentados por João Lins, sócio-diretor da PwC estão: influência econômica, facilidade para se fazer negócios, incluindo ambiente regulatório, saúde e segurança, sustentabilidade e qualidade de vida.

Segundo o estudo, São Paulo, como a quarta maior cidade do mundo e porta de entrada para os negócios na América Latina, necessita superar rapidamente questões históricas que somam desigualdades sociais, infraestrutura precária e problemas básicos nas áreas de saúde e segurança.

No entanto, detectou-se que as vocações da capital paulista vão além de simples polo financeiro com forte capital intelectual e cultural: tende a ser polo expressivo de inovação e tecnologia.

O documento aponta que tanto as áreas urbanas maduras como as emergentes têm desafios semelhantes pela frente. A tendência é que as grandes cidades serão ainda maiores a cada ano que passa.

A complexa lição de casa é encontrar soluções para um crescimento econômico e social ordenado e sustentável a fim de se obter o sonhado equilíbrio entre progresso e a qualidade de vida, em um futuro bem próximo.


Fonte: FIESP



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