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17/07/2014

Estudos fitossociológicos para realização de manejo florestal sustentável na Caatinga

Dissertação apresentada à Universidade Federal de Campina Grande de autoria de Francisco Tibério de Alencar Moreira, relata sobre a Florística, Fitossociologia e corte seletivo pelo método BDq em uma área de caatinga, no município de São José de Espinharas - PB.

Imagem do trabalho
         
           A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, é considerada dentre as variedades de vegetação existente na região Nordeste, o maior bioma, ocupando uma área de 844.453 km², equivalente a 11% do território nacional. Apesar de sua representatividade, o bioma vem sofrendo com desmatamentos, nos últimos anos, devido a extração de lenha nativa, produção de carvão vegetal, estacas, mourões e forragem, explorada de forma ilegal e insustentável. Essa exploração errônea  faz com que o bioma apresente altos índices de desmatamento, totalizando um percentual de 46% da área do bioma. Para tentar minimizar esses danos ocasionados a essa vegetação, deve-se utilizar a prática do manejo florestal sustentável.
            O objetivo deste estudo, realizado pelo Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande foi desenvolver atividades relacionadas à análise da composição florística, fitossociologia e corte seletivo utilizando o método de BDq em uma área com vegetação de caatinga. Este trabalho foi desenvolvido na fazenda Laranjeiras, município de São José de Espinharas – Paraíba, em que realizou-se um inventário florestal, utilizando-se amostragem sistemática, no qual foram mensuradas 40 unidades amostrais de área fixa de 400 m². Nestas unidades, foram mensurados todos os indivíduos vivos e mortos ainda em pé. Simularam-se três alternativas de manejo com base no método BDq: redução de 40%, 50% e 60% da área basal. Foram amostrados 1.746 indivíduos pertencentes a 10 famílias, 20 gêneros e 20 espécies.
            As famílias mais representativas, em números de espécies foram Fabaceae - Mimosoideae, Fabaceae - Caesalpinioideae e Euphobiaceae. A alta mortalidade de árvores na área foi decorrente do longo período de estiagem que afetou o Nordeste no período da coleta de dados. A área basal encontrada foi de 9,977 m²/ha, o volume médio estimado foi 29,29 m³/ha. Os valores pré-estabelecidos de área basal remanescente, diâmetro máximo e da constante “q”, simularam corte de árvores em todas as classes de diâmetros em todos os tratamentos, excetuando aquelas que apresentaram déficit em número de árvores, com maior intensidade nas menores classes de diâmetro. Dessa forma, é necessária uma avaliação econômica para recomendar a utilização do método BDq para o bioma caatinga.
 
Trabalho completo disponível em: http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/9281
 


Fonte: Josiane Almeida e Marina Lotti - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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