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15/12/2014

Economia do Brasil cresce apenas 2% e perde capital florestal, diz relatório

De acordo com a segunda edição do IRW (Inclusive Wealth Index), que na tradução é Índice de Riqueza Inclusiva, a economia do Brasil cresceu apenas 2% em duas décadas.

A explicação o baixo número é que se por um lado, mais bens e serviços foram produzidos, por outro, mais recursos renováveis e não renováveis também foram gastos para alimentar esse crescimento. Além disso, por causa de flutuações de mercado, parte dessas matérias-primas também perdeu valor ao longo do tempo.

Ou seja, conclui o relatório, o Brasil ficou mais rico, mas a um ritmo inferior do que supõe a métrica tradicional. O índice mediu o desempenho econômico de 140 países entre 1990 e 2010 de forma a refletir a evolução do desenvolvimento sustentável nesse período.

Publicado a cada dois anos desde 2012, o levantamento não se restringe a analisar o quanto aumentou o PIB per capita no período, mas sim calcula o impacto na economia das mudanças em capital humano (mão de obra), capital natural (recursos naturais) e capital produzido (produção de bens e serviços) de cada país.

De forma geral, segundo aponta o relatório, os países apresentaram um crescimento bem mais expressivo quando analisado apenas seu desempenho econômico pelos critérios de PIB per capita. Entre 1990 e 2010, esse indicador registrou alta de 50%. No entanto, quando as mudanças no capital humano, natural e produzido são consideradas, a economia mundial cresceu muito menos: apenas 6%.

De acordo com a pesquisa, o baixo nível de crescimento do capital humano, em termos de educação, aptidão e habilidades, combinado com vastas perdas no capital natural, como terras agrícolas, florestas, reservas fósseis e minerais, explicam o mau desempenho do crescimento da economia global apesar dos enormes ganhos no capital produzido.

“O relatório desafia a perspectiva limitadora do PIB. E também destaca a necessidade de integrar a sustentabilidade na evolução econômica e no planejamento de políticas públicas”, afirma o professor emérito de Economia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e um dos responsáveis pelo estudo, Partha Dasgupta.

Brasil perde capital florestal

No caso do capital natural, a situação do Brasil é curiosa. Apesar de ter a segunda maior cobertura florestal do mundo, com 56% do território dominado por florestas, o país foi um dos que mais perdeu capital florestal nos últimos anos, ao lado de Nigéria, Indonésia, Mianmar e Zimbábue, e acabou ultrapassado pela China.

O país asiático, por sua vez, lidera o ranking global, mas só tem 18% de seu território coberto por florestas, segundo o estudo, devido às diferenças de preço da madeira. A China tem mais áreas onde a matéria-prima pode ser extraída e vendida legalmente.

Além disso, acrescenta o relatório, o Brasil perdeu capital florestal entre 1990 e 2000 devido ao desmatamento e só começou a recuperá-lo na última década, quando medidas para conter a derrubada de árvores, como leis mais duras, foram tomadas pelo governo.

Por outro lado, o país ganhou capital natural ao aumentar o número de terras destinadas à agricultura.

O estudo alerta, no entanto, sobre o consumo desenfreado das matérias-primas que alimentou o crescimento econômico na década anterior, medido pelos critérios convencionais.

“Por mais de meio século, avaliamos o progresso das nações com base em quanto é produzido, consumido e investido. Nós o medimos em dólares americanos e agregamos os dados em uma métrica fácil de ser comparada: o PIB”, afirmou a diretora da Unesco e do Instituto Mahatma Gandhi de Educação para Paz e Desenvolvimento Sustentável, Anantha Duraiappah.


Fonte: Madeira Total / Adaptado por CeluloseOnline



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