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06/08/2013

Desmatamento cresce nas unidades de conservação no Pará

Área desmatada foi de 10.168 hectares entre agosto de 2012 e maio de 2013

Foto: Google

Levantamento feito pelo Greenpeace aponta que o desmatamento avança no Oeste do Pará, no eixo das obras da BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), e se aproxima de unidades de conservação na região. O estudo foi feito com base em dados dos sistemas de monitoramento e detecção de desmatamento na Amazônia Legal do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e indica que 29% de uma área de 317 mil hectares vizinha à terra indígena Baú, às margens do Rio Curuá, foram desmatados. Até 2003, essa área estava inserida nos limites da terra indígena.

Segundo a ONG, que registrou imagens de desmatamento e degradação florestal em sobrevoos, o sistema de monitoramento Prodes registrou 10.907 hectares de floresta derrubada até 2012. Pelo sistema, o desmatamento foi de 10.168 hectares entre agosto de 2012 e maio de 2013.

Desmatar custa até R$ 10 mil por hectare

Na Amazônia, após o desmatamento e a venda da madeira, o gado é usado para ocupar grandes áreas, cuja posse é posteriormente reivindicada pelos grileiros. Em geral, os ocupantes de terras da União são pessoas de posse, pois desmatar chega a custar até R$ 10 mil por hectare. Com a área cercada e ocupada por animais, os falsos fazendeiros passam a brigar na Justiça pela titulação das terras, enriquecendo às custas de bem público e do desaparecimento da floresta.

O crescimento do desmatamento foi detectado também pelo Instituto Imazon, que identificou aumento de 136% na perda florestal do Pará, entre agosto de 2012 a junho passado, em relação ao período anterior. 


Fonte: Celulose Online



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