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06/12/2010

Década é a mais quente da história, diz Organização Meteorológica Mundial

O ano de 2010 está entre os três anos mais quentes já registrados e a atual década é a mais quente da história.

É o que informou Michel Jarraud, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), nesta quinta-feira na Conferência do Clima (COP-16), em Cancún, no México.

A década foi, em média, 0,46ºC mais quente que o período de 1961 a 1990, que é usado como base para as medições, e 0,03 ºC a mais que a década anterior. De janeiro a outubro de 2010, houve um aumento de 0,55ºC, colocando o ano, até agora, no primeiro lugar, superando os anos de 2005 (0,52 ºC) e 1998 (0,53 ºC).

“Janeiro começou com grande influência do El Niño e chega a dezembro com ação da La Niña, assim como foi em 2005. Como o fenômeno conhecido como La Niña esfria a atmosfera, podemos ficar com um número um pouco abaixo dos picos anteriores”, explica Jarraud.

As altas temperaturas foram sentidas principalmente na África, em partes da Ásia e em algumas áreas do Ártico –cuja calota atingiu o terceiro menor tamanho já registrado.

A grande onda de calor na Rússia, que causou diversos incêndios, registrou recorde de 7,6 ºC acima do que o normal e 2 ºC maior do que o valor mais alto até então registrado. Os termômetros bateram os 38,2 ºC.

E o mesmo evento provocado pelo aquecimento global que provocou esta onda na Rússia foi responsável também pelas enchentes que mataram mais de mil pessoas no Paquistão.

A seca na Amazônia também foi apontada pelo secretário como uma consequência do aquecimento este ano. Ainda sobre influência das condições climáticas anormais, a Europa apresentou um dos invernos mais frios da história.

Entretanto, Jarraud destaca que as temperaturas por anos são relativas e flutuam muito, por exemplo, sendo influenciadas pelo oceano ou por ações vulcânicas, por exemplo. O conjunto da década é que pode dar uma noção mais real do aquecimento global.

“A mensagem que passamos para a Conferência é mostrar onde estamos agora. Estes são os fatos. E se nada for feito, vamos ter um aumento destas temperaturas, como já é possível registrar ao longo das décadas”, conclui.


Fonte: UOL



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