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Curso de Estudos de Biodiversidade para Avaliação da Qualidade Ambiental
08/04 a 11/04 em Nazaré Paulista/SP

Quando avaliamos os impactos potenciais decorrentes de ações, planos, programas ou projetos precisamos entender como incorporar a variável biológica nos processos de tomada de decisão. Desacelerar a redução do número de espécies depende da nossa capacidade de avaliar, manejar e conservar os ambientes naturais remanescentes. Mas como monitorar a situação atual e prevenir novas perdas? Qual a importância e confiabilidade dos estudos sobre flora e fauna no contexto do EIA/RIMA? Inventariar espécies é o primeiro passo para a sua conservação, mas esta etapa não representa um diagnóstico completo da qualidade e integridade biológica de um local. É essencial saber aplicar estratégias complementares para diagnosticar o estado da biodiversidade local, bem como ser capaz de identificar os méritos e problemas de cada metodologia. Neste curso serão apresentadas algumas alternativas que podem ser empregadas dentro deste contexto

A aplicação de estudos de flora e fauna no contexto do EIA/RIMA

 Quando avaliamos os impactos potenciais decorrentes de ações, planos, programas ou projetos precisamos entender como incorporar a variável biológica nos processos de tomada de decisão. Desacelerar a redução do número de espécies depende da nossa capacidade de avaliar, manejar e conservar os ambientes naturais remanescentes. Mas como monitorar a situação atual e prevenir novas perdas? Qual a importância e confiabilidade dos estudos sobre flora e fauna no contexto do EIA/RIMA? Inventariar espécies é o primeiro passo para a sua conservação, mas esta etapa não representa um diagnóstico completo da qualidade e integridade biológica de um local. É essencial saber aplicar estratégias complementares para diagnosticar o estado da biodiversidade local, bem como ser capaz de identificar os méritos e problemas de cada metodologia. Neste curso serão apresentadas algumas alternativas que podem ser empregadas dentro deste contexto.
 
Para maiores informações e realização de sua inscrição clique aqui .
 
Carga Horária do Curso:

32 horas

 

Data:
De 8/4/2010 à 11/4/2010

 

Local do Curso:
Nazaré Paulista, SP - Sede do IPÊ - Rod. D. Pedro I KM 47 - Bairro do Moinho I

 

Realização:
CBBC - Centro Brasileiro de Biologia da Conservação / IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas

 

Prazo para inscrições:
29 de março de 2010 (segunda-feira)

 

Preços e formas de pagamento:
À vista:
R$ 720,00

Parcelado:
R$ 760,00 (1ª parcela R$ 310,00 + 3X R$ 150,00).

 

Mais informações:

O valor de curso inclui 4 dias de hospedagem, 5 refeições diárias, traslado em horário pré-determinado (Aeroporto de Guarulhos - IPÊ - Rodoviária de Atibaia - IPÊ), material didático e certificado de participação. O CBBC não cobre despesas com viagem.

 

Orientadores:

 

Victor Ranieri
Professor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP) onde desenvolve pesquisas, orienta e leciona na área de instrumentos de política de meio ambiente (avaliação de impacto ambiental, licenciamento ambiental, zoneamento ambiental e espaços territoriais especialmente protegidos). Trabalhou na área de licenciamento ambiental na prefeitura de São Sebastião (SP) entre 1995 e 1996 e no Programa Nacional do Meio Ambiente (PNMA II) do Ministério do Meio Ambiente no sub-componente de licenciamento ambiental em 2004. Atuou como perito judicial em processos envolvendo questões de desmatamento, regularização ambiental de propriedades rurais, impactos ambientais de empreendimentos, entre outros. É Engenheiro Agrônomo pela ESALQ/USP, mestre em Ciências da Engenharia Ambiental (EESC/USP - 2000) e doutor em Hidráulica e Saneamento (EESC/USP - 2004).
 
Christiane Correa
Atua em trabalhos na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia vegetal. Graduada em Ciências Biológicas e mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. É aluna de pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas. Desenvolve seu doutorado no Parque Estadual da Serra do Mar, Ubatuba, com ecologia de população de plantas. Atualmente tem ministrado cursos de curta duração sobre uso de Bioindicadores de Flora, no IPÊ, e populações e comunidades vegetais.
 
Marcelo Pereira de Souza
Professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, onde leciona as disciplinas de Política Ambiental e Avaliação de Impacto Ambiental e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de São Carlos da USP. Pós-Doutor pela Clark University (EUA) e pela Oxford Brookes University (Inglaterra). Mestre e Doutor pela Faculdade de Saúde Pública pela Universidade de São Paulo. É graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie e em Direito pela Faculdade de Direito de São Carlos.
 
Marcio Uehara Prado
Atua como consultor independente em estudos de impacto ambiental, monitoramento e planos de manejo. É graduado em Ecologia na Universidade Estadual Paulista (UNESP), mestre e doutor em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Desenvolve como linha principal de pesquisa o uso de artrópodes terrestres como indicadores biológicos de perturbação antrópica.

 

Programação:

 

- A perda de biodiversidade e os esforços aplicados para diagnosticar e monitorar o seu estado – Legislação Ambiental
 
- Conceito de impacto ambiental e breve histórico da inserção da variável ambiental nos processos de tomada de decisão
 
- Resoluções do CONAMA (001/86 e 237/97) e conteúdo do EIA/RIMA
 
- Métodos de análise de impactos e avaliação ambiental estratégica
 
- A articulação da AIA com outros instrumentos de políticas como o zoneamento e licenciamento ambiental
 
- Avaliação Ambiental Estratégica (AAE): procedimento de aplicação da AIA em fases superiores de planejamento (políticas, planos e programas)
 
- A importância dos estudos sobre a flora e fauna no contexto do EIA/RIMA. Onde e como podemos atuar nos diagnósticos?
 
- Levantamentos florísticos: a relação entre a descrição de fitofisionomias, o processo de sucessão ecológica, fragmentação florestal e a legislação ambiental
 
- Levantamentos faunísticos: montagem de listas de espécies, espécies guarda-chuva, hotspots e o uso de espécies bioindicadoras. Qual a relação entre teoria e prática? Análise sobre eficiência e confiabilidade do uso destes conceitos e de suas limitações quanto à amostragem, tempo e recursos financeiros
 
- Métodos de coleta: onde e como podemos obter dados biológicos? Procedimentos de coleta e amostragem de flora e fauna e algumas técnicas de análise de riqueza e diversidade


Fonte: IPÊ



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CIFlorestas disse:

07/08/2020 às 13:11

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