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03/03/2014

Celulose Irani encerrou 2013 com lucro 155% superior que 2012

O EBITDA ajustado totalizou R$ 126,2 mi

As melhorias operacionais e financeiras promovidas ao longo dos últimos anos, o desempenho favorável dos setores de atuação e a integração das operações da São Roberto S.A. aos negócios da empresa fizeram com que a Irani obtivesse bons resultados em 2013. O lucro líquido foi de R$ 67,4 milhões no ano passado, um aumento de 155,5% em comparação a 2012. No 4T13, o lucro líquido foi de R$ 42,8 milhões, resultado superior ao apresentado no 4T12, de R$ 29,3 milhões, e no 3T13, de R$ 7,0 milhões.

O EBITDA ajustado totalizou R$ 126,2 milhões em 2013, o que representa um avanço de 9,3% em relação a 2012, com margem de 20,9%. O EBITDA ajustado registrado no 4T13 foi de R$ 31,4 milhões. Já o EBITDA Proforma em 2013, que considera os 12 meses da operação da São Roberto, alcançou R$ 137,4 milhões.

A companhia obteve receita líquida de R$ 604,2 milhões, com crescimento de 25% em relação a 2012. No 4T13, a receita líquida apresentou aumento de 39,8% em relação a 2012 e 16,3% maior do que o número apresentado no 3T13. A Receita Líquida Proforma, por sua vez, alcançou R$ 697,4 milhões em 2013.

Mesmo com a instabilidade econômica, tanto do mercado local como internacional, o PIB cresceu 2,3%, tendo ficado abaixo das previsões iniciais. Por outro lado, os indicadores registraram níveis elevados de consumo no mercado interno, o que favoreceu o setor de papel e embalagens, como destacou a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). O desempenho das vendas do setor ficou ligeiramente acima do PIB, ou seja, 2,9% superior do que o registrado em 2012, e totalizou 3,4 milhões de toneladas de caixas, chapas e acessórios vendidos.  

Em 2013, o Mercado IRANI apresentou crescimento ainda maior do que o apontado pelo Mercado ABPO. O volume de vendas do segmento de Embalagem de Papelão Ondulado (PO), principal segmento de atuação da Empresa, evoluiu 17,5% em relação a 2012, encerrando o ano em 148,5 mil toneladas. O volume do segmento de Papel para Embalagens cresceu 54,6% e somou 120,0 mil toneladas e o segmento de Resinas, por sua vez, teve um incremento de 16,6%, alcançando 8,0 mil toneladas. As variações significativas apresentadas nos volumes de vendas devem-se, principalmente, a integração da planta de papel, em Santa Luzia (MG) a partir de março de 2013, e embalagem, em São Paulo, a partir de outubro de 2013, ambas da São Roberto S.A.

Receita por segmento 

O segmento de Embalagem de Papelão Ondulado (PO) – principal segmento de atuação da Celulose Irani -, foi responsável por 54% da receita líquida consolidada em 2013, seguido pelo segmento Papel para Embalagens, com 40%, e Florestal RS e Resinas, com 6% do total. O principal mercado é o doméstico brasileiro, que respondeu por 87% das vendas IRANI.

Investimentos 

Em 2013, a Empresa manteve a estratégia de investir na modernização e automação dos seus processos produtivos. Os principais investimentos realizados no ano passado totalizaram R$ 83.998 mil e foram direcionados para ampliação da capacidade de produção de equipamentos existentes, manutenção e melhoria das máquinas de forma geral, na estrutura física da companhia e, ainda, na conclusão de projetos iniciados em 2012. O principal investimento consiste na ampliação e modernização da Máquina de Papel I, em Vargem Bonita (SC), que aumentará a capacidade de produção de papel em 3.000t/mês. A previsão de conclusão do investimento e início da nova capacidade é para julho de 2014. Os outros investimentos foram realizados na Máquina de Papel V e também na nova depuração de celulose.

Perspectivas para 2014

As expectativas para o ano são positivas. Em um cenário em que as economias desenvolvidas consolidam seu processo de recuperação e as emergentes devem se reposicionar devido às mudanças macro econômicas, é possível que o Brasil passe por algumas turbulências. Por isso, as conquistas dos últimos anos serão fundamentais, mesmo com crescimento econômico moderado, para continuar estimulando as intenções de investimento e consumo, impactando positivamente no setor de papel e embalagens de papelão ondulado.


Fonte: CeluloseOnline



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