Facebook Twitter RSS

Avanço e Pesquisa

Versão para impressão
A-
A+


24/11/2014

Caracterização quantitativa dos recursos genéticos de Dipteryx alata Vogel com vistas à conservação e ao melhoramento genético

Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista ?Júlio de Mesquita Filho? de autoria de Darlin Ulises Gonzalez Zaruma, relata sobre as Variações genéticas para caracteres silviculturais em progênies e procedências de Dipteryx alata Vogel.

Foto ilustrativa - Google

            A conservação dos recursos genéticos, mesmo para aquelas populações que apresentam alta taxa de variabilidade genética e estão fora da lista de espécies ameaçadas de extinção, é de suma importância para as futuras gerações, no que diz respeito ao melhoramento da espécie e ao aproveitamento de genes de interesse específico.
            A Dipteryx alata é uma espécie arbórea que ocorre no Cerrado brasileiro e vem sendo ameaçada pela fragmentação desse bioma. Os frutos e as sementes são explorados pelo homem, sendo a espécie de interesse potencial para o melhoramento genético visando o plantio em larga escala, para a utilização em sistemas agroflorestais e silvipastoris e na recuperação de pastagens.
            Diante deste contexto, o presente trabalho tem como objetivo a caracterização quantitativa dos recursos genéticos da espécie com vistas à conservação e ao melhoramento genético. As mensurações de altura (ALT), diâmetro a altura do peito (DAP), diâmetro médio de copa (DMC), forma do fuste (FOR) e sobrevivência (SOB), foram avaliados aos nove anos após o plantio do Dipteryx alata. Esses caracteres quantitativos foram avaliados pelo método REML/BLUP (máxima verossimilhança restrita/melhor predição linear não viciada) em cada uma das populações isoladamente, com análise de correlações genéticas entre os caracteres estudados. Também foi obtida a divergência genética com base na distância generalizada de Mahalanobis.
            A avaliação destes caracteres evidenciou acurácias altas nas três procedências: Brasilândia - MS de 0,68 (SOB) a 0,87 (DMC); Campina Verde - MG de 0,66 (SOB) a 0,85 (DMC) e Itarumã - GO de 0,36 (SOB) a 0,92 (DAP), que permitem a utilização deste teste para programas de conservação e melhoramento genético. A maior correlação genética entre os caracteres nas três procedências foi entre o DAP x ALT, que ficou na média de 0,93. O método de otimização de Tocher, com base na distância de Mahalanobis evidenciou dois grupos nas procedências de Brasilândia - MS e Campina Verde - MG e seis grupos para a procedência de Itarumã - GO. Na análise conjunta verificou-se variação genética entre progênies dentro das procedências e entre procedências, o que realça a importância do teste instalado em Selvíria - MS.
            Com base na proposta de se fazer um desbaste de 33,33 % (2:6) das plantas por parcelas dentro de cada uma das procedências, verificou-se ganhos estimados de 3,18% (Brasilândia - MS); 5,75 % (Campina Verde - MG) e 12,64 % ( Itarumã - GO) para o caráter DAP. Existe variabilidade genética suficiente entre e dentro das procedências para a condução de programas de conservação de recursos genéticos e melhoramento do baru.

Trabalho na integra disponível no link:
http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/9642


Fonte: Marina Lotti e Ana Teresa Leite - BIC: Biblioteca Digital Florestal



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (1)


iUoq5FEkk disse:

15/11/2015 às 05:10

c9 dificil peansr que esta fotografia representa a estrada de ha cinquenta anos sobretudo ao verificarmos como ela e9 hoje em dia. mesmo considerando o abandono e a erosao.. outra duvida que tenho a certeza que roi o espirito de todos quantos visitam aqui e ali os carris e9 as minas propriamente ditas.. tirando a natural curiosidade e o espirito espeologo (e assim que se diz?):( que todos ganhamos ao chegar perto das entradas para as minas.. logo refreado pelo perigo de resto tantas vezes aqui referido neste blog.. mas no fundo no fundo seria um espectaculo poder visitar os poe7os das minas.. o Rui acha viavel que alguma vez possa ser feito uma especie de reconhecimento as minas quem sabe ate o arranjo para visitas? com o devido equipamento e segurane7a ate com o patrocinio dos "senhores" do parque? em vez de tentar afastar as pessoas no intuito de proteger o local... mas no fundo acabando com a historia das minas por abandono puro! ganhando dez ou vinte anos mas acabando tudo por ruir a mesma?

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para celulose?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


1827 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey