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26/09/2014

Avaliação do crescimento inicial de Enterolobium contortisiliquum e Sesbania virgata na substituição de K por Na

Artigo submetido à Revista Árvore, v. 38, n. 1, p. 113-123, 2014, de autoria de Maykom Ferreira Inocencio, Janice Guedes de Carvalho e Antonio Eduardo Furtini Neto, relata sobre potássio, sódio e crescimento inicial de espécies florestais sob substituição de potássio por sódio

Foto ilustrativa - Google
O sódio (Na) é um elemento químico presente em altos teores em solos pouco intemperizados, no entanto não é classificado como nutriente, pois não atende, aos critérios de essencialidade das plantas.
            Para a revegetação de áreas degradadas por sais, são necessárias espécies pioneiras e tolerantes ao excesso de Na no solo. Na literatura, algumas espécies como o Enterolobium contortisiliquum e Sesbania virgata se apresentam com tais características, porém não há registro do seu desenvolvimento em áreas sodificadas.
            As plantas são classificadas em quatro grupos, de acordo com a tolerância ao Na: I: compreende aquelas que elevam a produtividade com a substituição parcial de K por Na; II: que respondem à substituição, porém possuem ligeira queda na produtividade em relação ao primeiro grupo; III: que são indiferentes à substituição; e IV: que na substituição de qualquer proporção de K por Na reduz a produtividade.
            Nesse sentido, o objetivo deste estudo, realizado pela Universidade Federal de Lavras, foi avaliar o crescimento inicial de Enterolobium contortisiliquum e Sesbania virgata na substituição de K por Na em solução nutritiva de Hoagland e Arnon.
            O esquema fatorial foi 2 x 5, sendo duas espécies florestais e cinco níveis de substituição (0; 33,3; 50; 66,6; e 100 %), com quatro repetições. O experimento foi instalado em vasos Leonard com capacidade para 1 L, com a troca periódica da solução nutritiva. A colheita foi realizada aos 50 dias após o início do estudo, quando se avaliaram as características morfométricas das mudas. O material foi lavado e seco, e determinou-se a matéria seca das raízes, das folhas e do caule. O material radicular e o da parte aérea foram triturados e submetidos às análises de K e Na. Por cálculo, obtiveram-se a matéria seca da parte aérea (caule + folhas), a razão de raízes/parte aérea e o acúmulo de K e Na nas raízes e na parte aérea.
            A substituição de K por Na promoveu diferenças significativas no desenvolvimento das mudas, nos teores e acúmulos de K e Na. A espécie Sesbania virgata apresentou o melhor desenvolvimento inicial e acumulou maior quantidade de K e Na na parte aérea.
 
O trabalho pode ser acessado através do link da biblioteca digital florestal:
http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/10433


Fonte: Ana Teresa Leite e Marina Lotti - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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