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01/03/2019

AS SAFRAS BRASILEIRAS DE GRÃOS

Desde a década de 1970 que as safras agrícolas brasileiras acumulam um crescimento substantivo, o que se confirma numa série histórica de pesquisas desenvolvidas pela Embrapa, e por outros institutos ligados à agricultura e ao agronegócio. Esse desempenho se fundamenta no acesso às pesquisas de ponta, na distribuição da renda per capita, no crescimento populacional, crédito rural suficiente, nas exportações superavitárias, nos ganhos de produção, produtividade, qualidade, e na adoção de boas práticas nas lavouras.

AS SAFRAS BRASILEIRAS DE GRÃOS*

Desde a década de 1970 que as safras agrícolas brasileiras acumulam um crescimento substantivo, o que se confirma numa série histórica de pesquisas desenvolvidas pela Embrapa, e por outros institutos ligados à agricultura e ao agronegócio. Esse desempenho se fundamenta no acesso às pesquisas de ponta, na distribuição da renda per capita, no crescimento populacional, crédito rural suficiente, nas exportações superavitárias, nos ganhos de produção, produtividade, qualidade, e na adoção de boas práticas nas lavouras.
Portanto, as safras crescentes de grãos derivam de conjunturas que afetam a tomada de decisão dos empreendedores rurais, bem como do apoio indispensável das políticas agrícolas governamentais. Além disso, os cenários do agronegócio brasileiro são de considerável escala geográfica e afetado por centenas de fatores para além do mercado, embora estratégico, a exigirem muita tecnologia, sustentabilidade, talentos e habilidades humanas para maior eficiência da gestão das inovações.
O 5º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), numa série de 12 outros relativos à safra de grãos 2018/2019, informa que a área de cultivo é de 62,6 milhões de hectares para uma safra prevista de 234,1 milhões de toneladas ou 6,4 milhões de toneladas acima da safra 2017/2018. Ora, o território mineiro tem 58,6 milhões de hectares, e a área cultivada com grãos no Brasil é 6,8% maior do que Minas Gerais!
Essa é apenas uma noção de grandeza geográfica da agricultura de grãos, e sem outros elementos adicionais nessa análise limitada. Além disso, as safras crescentes e a oferta regular de grãos são essenciais à alimentação humana, aos rebanhos de pequenos e grandes animais, às agroindústrias, no controle do preço da cesta básica, e às metas de inflação do governo.
Por outro lado, comparando-se apenas a safra brasileira de milho de 1997/98 com a de 2017/18, a produção total passou de 30,18 milhões de toneladas para 80,70 milhões, mais 167,5%, porém, a área de plantio evoluiu de 11,4 milhões de hectares cultivados para 16,6 milhões, um crescimento de 45,6%, e houve ganhos de produtividade por hectare!
O que mais se poderia agregar nesses cenários dinâmicos? Certamente, os ganhos notáveis com as tecnologias de informação e sem subestimar os programas agropecuários na televisão brasileira, radiofônicos, os jornais, suplementos, as revistas, e os “dias de campo” sobre o agronegócio e suas demandas e ofertas.
As barreiras geográficas estão sendo superadas numa velocidade sem precedentes e o acesso regular à informação, transformada em conhecimentos e boas práticas, rentáveis, se multiplicam nas paisagens rurais. Outrossim, um insumo indispensável é o fertilizante num conjunto de outras práticas recomendadas não apenas na agricultura de grãos como também na fruticultura, cafeicultura, horticultura, e nos setores sucroenergético e de florestas.
Tomando-se como referência o ano de 1997, quando houve um consumo aparente de fertilizantes de 13,8 milhões de toneladas (NPK), esse volume atingiu 34,43 milhões de toneladas em 2017, ou mais 149,5%, o que confere ao País o 4º lugar em nível mundial. Contudo, não é estratégico para o agronegócio brasileiro o fato de que 70% dos fertilizantes, em média, são importados e cotados em dólar comercial (ANDA). Portanto, numa análise tangencial um cenário perigoso e a recomendar novos acordos comerciais.  
E mais, essa dependência externa poderá se tornar um verdadeiro “Calcanhar de Aquiles” na agro economia brasileira numa perspectiva de tempo! Poderá não ser muito fácil celebrar acordos bilaterais em se tratando de matérias-primas estratégicas para os países produtores e exportadores, que dominam esse mercado mundial dos fertilizantes há décadas!
Engenheiro agrônomo Benjamin Salles Duarte* – 27/02/2019.
 




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