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19/05/2010

Arcelor Vai Investir US$ 95 Mi em Minas Gerais

Timóteo – A ArcelorMittal Inox Brasil (antiga Acesita), única fabricante de aço inox do país, vai investir US$ 95 milhões na mudança do redutor usado no alto-forno 2 da fábrica de Timóteo, no Vale do Aço.

Timóteo – A ArcelorMittal Inox Brasil (antiga Acesita), única fabricante de aço inox do país, vai investir US$ 95 milhões na mudança do redutor usado no alto-forno 2 da fábrica de Timóteo, no Vale do Aço. O dinheiro será aplicado na troca do coque metalúrgico, que é importado, pelo carvão vegetal. A informação foi dada nessa terça-feira pelo chefe do segmento de inoxidáveis do grupo, Paulo Magalhães. O projeto será concluído em julho de 2011. "O objetivo é reduzir custos e eliminar a dependência do produto importado", disse o executivo.

Além disso, segundo ele, o carvão vegetal é produzido a partir de uma matéria-prima 100% renovável – o eucalipto –, o que vai reduzir a emissão de gás carbônico do alto-forno em 500 mil toneladas ao ano. Outra vantagem, segundo ele, é o fomento da atividade florestal no Norte de Minas. É de lá que virá o eucalipto que será usado pela companhia para produzir carvão vegetal.

O alto-forno 2, o maior da siderúrgica, ficou paralisado entre dezembro de 2008 e maio de 2009 em função da crise econômica global. Em 2009, o uso da capacidade instalada da fábrica de Timóteo ficou limitada a 70%, índice considerado muito baixo para o segmento. No primeiro trimestre deste ano, porém, o nível de atividade já está entre 90% e 95%. Ele prefere não comparar a atividade registrada nos primeiros meses deste ano com igual período de 2009. "Esse tipo de comparação não tem nenhuma validade estatística. Só indica a recuperação diante da crise", justifica. A expectativa para 2010 é de que o consumo aparente de aço inoxidável no Brasil retorne aos níveis de 2008, quando atingiu 315 mil toneladas.

Em julho, a ArcelorMittal Inox Brasil finaliza o projeto de substituição de gás liquefeito de petróleo (GLP) pelo gás natural na usina. O projeto, que demandou investimentos de US$ 25 milhões, incluiu a construção de um gasoduto integrado à tubulação da Gasmig.


Fonte: Estado de Minas citado por Painel Florestal



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