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04/06/2015

Análise econômica da produção de eucalipto do Programa Produtor Florestal

Dissertação apresentada à Universidade Federal do Espírito Santo, de autoria de Mateus Basso, relata sobre a Análise econômica da produção de eucalipto do Programa Produtor Florestal no Estado do Espírito Santo.

Foto do trabalho
          Dentre as espécies florestais, o eucalipto apresenta-se como a espécie mais cultivada no Brasil. Tal fato ocorre devido a uma série de fatores de produção benéficos encontrados em solo brasileiro, tais como: condições edafoclimáticas favoráveis, aliadas a seu desenvolvimento tecnológico, que possibilitaram atingir excelentes níveis de produtividade, presença de áreas contínuas e extensas e a grande empregabilidade de uso da madeira.
        Assim como em qualquer outro sistema de produção, o cultivo de florestas de eucalipto requer que uma série de atividades envolvidas em seu processo produtivo venham a ser consideradas e tenham seus custos mensurados. Essas atividades vão desde a definição da área de produção e o próprio valor da terra, até a comercialização e entrega do produto final (REZENDE; OLIVEIRA, 2001).
            Segundo Silva (2012), para determinar ou estimar os custos referentes à produção de eucalipto, existe a necessidade do detalhamento de todas as atividades envolvidas no processo com suas respectivas máquinas, equipamentos, pessoal, encargos sociais, havendo necessidade de realizar o acompanhamento e registro das operações envolvidas e seus respectivos tempos gastos. De posse de tais informações, torna-se possível determinar o custo da atividade desejada. Ressalta- se ainda, a importância em considerar as características operacionais locais, tendo em vista que influenciam diretamente na escolha do sistema a ser utilizado.
            Sendo assim, a partir do levantamento dos custos operacionais das atividades de implantação e manutenção de florestas e os custos de colheita e transporte em propriedades rurais fomentadas, o presente trabalho espera fornecer subsídios para a tomada de decisões e direcionamento da política de fomento florestal no Espírito Santo. As informações referentes às atividades foram obtidas por meio de entrevistas à proprietários rurais fomentados da empresa Fibria S. A. e prestadores de serviços florestais distribuídos no Estado do Espírito Santo.
            Obteve-se dados de área plantada, custos das fases integrantes do processo de implantação, manutenção, colheita e transporte, distância da área de produção ao pátio de estocagem de madeira, produtividade média por hectare e preço médio por metro cúbico de madeira de eucalipto no ano de 2013. Realizou-se uma análise individualizada dos custos de implantação, manutenção, colheita e transporte e suas respectivas contribuições para o custo total da atividade, e a estimativa de indicadores econômicos da atividade.
            Observou-se em todos os cenários analisados que as fases de colheita e transporte apresentaram os custos mais expressivos no processo de produção, representando percentuais do custo total que variaram de 68,06 a 71,44%, seguido das fases de implantação e da fase de renda de fatores (custo de oportunidade da terra), respectivamente. De acordo com os índices econômicos da atividade o investimento em reflorestamentos via modalidade de fomento florestal apresentou-se como uma alternativa viável economicamente em todas as situações observadas.
 
Saiba mais sobre em:
http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/9262
 


Fonte: Milton Ribas da Silva Junior ? Bolsista BIC: Biblioteca Florestal Digital



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Comentário(s) (4)


joão josé natalin disse:

15/06/2015 às 09:50

atividade de reflorestamento para pequenos e médios produtores é geradora de prejuízos para estes, o preço da madeira é muito baixo e os custos de m.o e transporte são altíssimos. péssimo negócio.

joão josé natalin disse:

15/06/2015 às 09:50

atividade de reflorestamento para pequenos e médios produtores é geradora de prejuízos para estes, o preço da madeira é muito baixo e os custos de m.o e transporte são altíssimos. péssimo negócio.

joão josé natalin disse:

15/06/2015 às 09:50

atividade de reflorestamento para pequenos e médios produtores é geradora de prejuízos para estes, o preço da madeira é muito baixo e os custos de m.o e transporte são altíssimos. péssimo negócio.

Lucas disse:

08/06/2015 às 13:25

Eucalipto não vale a pena para nenhum pequeno produtor ,pois o preço da lenha nem em três cortes pagará as despesas do cuidado com a floresta.

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