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12/09/2011

“Só Brasil e EUA dão segurança ao mercado de carbono”

Diretor do Registro Americano de Carbono vê grande área agrícola, dados confiáveis e conhecimento como privilégios

Kadyszewski, diretor da ACR, destaca que a Embrapa dá credibilidade ao agro brasileiro

 Reduzir a emissão de carbono na agropecuária pode trazer retorno econômico direto para o produtor, mas também pode criar uma fonte extra de receita. Trata-se dos mercados de carbono, nos quais são comprados e vendidos certificados de redução de emissões.

O produtor que adotar uma prática que diminui suas emissões pode, por exemplo, vender créditos para empresas que querem compensar as suas próprias emissões.
 
Já existem mercados de créditos de carbono voluntários e obrigatórios nos Estados Unidos e na Europa. Os países desenvolvidos signatários do Protocolo de Quioto assumiram o compromisso de diminuir suas emissões ou compensá-las comprando créditos nesses mercados, por exemplo.
 
“Agora o Ministério da Fazenda está trabalhando na criação de um mercado interno de carbono, e o setor que entrará primeiro deve ser a agricultura”, diz o advogado Flávio Menezes, especialista no assunto que assessora a CNA nessa área.
 
O agro do Brasil tem uma condição privilegiada para vender seus créditos de carbono que só se equipara à dos americanos, na visão do diretor do Registro Americano de Carbono (ACR, em inglês), John Kadyszewski.
 
“Hoje, só esses países têm área, dados confiáveis e experiência em sensoriamento remoto para dar segurança ao mercado de carbono”, explica ele. “A Europa está fora dessa.”
 
Em palestra no Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima (Feed 2011), realizado nesta segunda e terça-feiras (05 e 06), Kadyszewski citou a experiência da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no monitoramento da atividade agropecuária por satélite e a qualidade do levantamento oficial de dados do agro brasileiro. Sem dados e monitoramento confiáveis, fica mais difícil dar credibilidade para os créditos de carbono gerados aqui.


Fonte: souagro.com.br



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