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16/04/2014

Restauração Florestal pós-mineração de bauxita

Dissertação apresentada à Universidade Federal de Viçosa de autoria de Kelly de Almeida Silva relata sobre a avaliação de uma área em restauração pós-mineração de bauxita, no município de Descoberto, MG.

Foto da área restaurada
 A extração de bauxita, realizada em minas abertas, gera diversos impactos ambientais, tanto  negativos quanto positivos. Entre as atividades potenciais de geração de impactos negativos estão: supressão de vegetação; movimentação e remoção de terra; remoção do topsoil (horizonte A, serapilheira e restos vegetais); vazamento de águas pluviais com sólidos, entre outros. Entretanto, atividades de recondicionamento da topografia e revegetação  são alguns impactos positivos decorrente da atividade.

 A bauxita comercial é praticamente exclusiva para a produção de alumina transformada em alumínio e produtos químicos. Afim de amenizar os danos causados por este tipo de extração é utilizada a técnica de restauração florestal que reconstitui e garante a biodiversidade, assim como, os processos a ela associados levando ao equilíbrio do ecossistema.

 Com o objetivo de avaliar os indicadores vegetativos, banco de sementes do solo e estrato de regeneração de uma área em processo de restauração, após a mineração de bauxita, e avaliar as espécies utilizadas para a restauração da área minerada, realizou-se um estudo que faz parte de um convênio entre a empresa Votorantim Metais e o
 LARF – Laboratório de Restauração Florestal da Universidade Federal de Viçosa.

 Na área em estudo foi realizada a exploração do minério bauxita, pela Empresa Votorantim Metais, e posteriormente à exploração, iniciou-se o processo de recomposição topográfica e restauração florestal. Anteriormente à exploração do minério, existia na área um fragmento florestal, no qual foi feito o desmatamento, com devido licenciamento do órgão ambiental competente, para posterior exploração. No entorno da área em restauração, existem áreas já restauradas com diferentes idades, pastagens e fragmentos florestais preservados.

Com a restauração da área minerada houve uma boa diversidade de espécies, proporcionando benefícios, como a cobertura do solo através de suas copas, e a decomposição da serapilheira. O banco de sementes do solo da área em restauração apresentou alta densidade de espécies herbáceas, mas com espécies melhores adaptadas para as condições iniciais de restauração, que sofreu degradação por mineração.

 Houve uma boa diversidade de espécies utilizadas para o plantio de restauração da área minerada. Porém a densidade e riqueza de espécies secundárias tardias foram baixas. Para o alcance de melhores resultados na área é imprescindível o enriquecimento com espécies tardias e a contínua avaliação e monitoramento da área, visando a correções de eventuais problemas futuros e a contribuição para o melhor conhecimento da ecologia das espécies e das interações ecológicas do processo de sucessão florestal.

Esse e outros trabalhos podem ser lidos na integra na Biblioteca Digital Florestal


Fonte: Josiane Almeida e Marina Lotti - BIC: Biblioteca Digital Floresta



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