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26/02/2014

Executivo da Celulose Irani discute sobre as embalagens de papel

Material permite sete reciclagens sem perder suas propriedades

Leandro Farina, gerente de gestão para Excelência da Celulose Irani
Que alguns tipos de materiais específicos, principalmente usados em embalagens, são prejudiciais ao meio ambiente todo mundo sabe. Ou pelo menos, deveria. Tanto é que há alguns anos existe uma discussão ferrenha sobre o uso de sacolas plásticas em supermercados. E também não faz muito tempo que analistas e especialistas discutem a criação de uma Nova Política dos Resíduos Sólidos (NPRS). Sem entrar em meros detalhes, existem algumas alternativas, entre elas, o investimento em sacolas biodegradáveis. No entanto, dentro do mercado de Celulose e Papel, há também alternativas muito claras. Sobre isso, conversamos com Leandro Farina, gerente de gestão para Excelência da Celulose Irani.

“As constantes inovações e desenvolvimentos de embalagens de papel apontam como uma tendência a aplicação de embalagem de papel em qualquer aplicação de embalagem, seja sozinha ou composta com outros materiais”, afirmou Farina.

Perguntado sobre a eficácia da embalagem de papelão como substituta das sacolas plásticas, ele respondeu: “O papel deve ser entendido como preferido pelo usuário de embalagem por ser produzido a partir de uma fonte renovável, além de ser reutilizável, reciclável e biodegradável. As empresas que se utilizam de papel para embalar seus produtos fazem parte de uma cadeia de empresas de baixo carbono, pois a matéria-prima tem origem em fontes renováveis que absorvem carbono durante a sua produção, o que contribui para a redução do aquecimento global”. E completou: “Tecnicamente, o papel tem a possibilidade de ser aplicado em quase todas as embalagens que hoje são feitas de plástico”.

Colocamos em pauta, então, os resíduos biodegradáveis ou oxibiodegradáveis. O gerente afirmou que mesmo que a degradação realmente ocorra, o produto ainda terá uma contribuição negativa em termos de geração de impacto no seu ciclo de vida produtivo. “O papelão é biodegradável, mas permite até 7 reciclagens sem perder suas propriedades. Ou seja, pode ser utilizado várias vezes antes de ir ao meio ambiente e ser facilmente absorvido”, ele completa.

Farina comentou sobre o projeto de Análise do Ciclo de Vida (ACV) dos produtos que foi realizado em 19 categorias de impacto, entre elas, o aquecimento global. “Os resultados apontaram que o papel obteve um resultado muito favorável quando comparado com o plástico, por exemplo. Enquanto o plástico no seu ciclo de vida emite CO2 para atmosfera, o papel sequestra CO2. A biodegrabilidade do papel também tem destaque sobre as demais embalagens, visto que se elas não forem devidamente recicladas podem trazer problemas para o meio ambiente”, afirmou. 

NPRS

Veja o que disse o executivo sobre a NPRS (Nova Política dos Resíduos Sólidos): Temos uma grande oportunidade com a PNRS, principalmente em relação a alguns itens que a política descreve como, por exemplo, os incentivos tributários e as taxas reduzidas para financiamentos, além da possibilidade de incineração de resíduos. Já estamos discutindo no MMA (Ministério do Meio Ambiente), juntamente com o Cempre (Associação sem fins lucrativos – Compromisso Empresarial para Reciclagem) - e a coalisão composta por um grupo de associações ligadas à cadeia de fabricação e utilização de papel e embalagens, a nossa proposta para adequação à nova legislação. Importante comentar que o setor já é um grande reciclador de papel e que, atualmente, mais da metade da produção de papel da IRANI é proveniente da reciclagem de aparas.


Fonte: CeluloseOnline



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