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14/12/2013

Rio 2016 impulsiona madeira certificada no Brasil

Foto: Google
O FSC Brasil, ONG que promove o manejo de florestal responsável, e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 fizeram um acordo para que todos os produtos de origem florestal adquiridos pela organização do evento sejam certificados. Com essa iniciativa, os Jogos Olímpicos dão um importante passo rumo à sustentabilidade.

Para ser certificada, a madeira ou produto de origem florestal deve respeitar os princípios e critérios do FSC, que vão muito além da obediência à legislação vigente, contemplando o respeito aos trabalhadores, povos indígenas e às comunidades locais. 

A parceria entre o FSC Brasil e o Rio 2016 contribuirá para atingir o equilíbrio entre oferta e demanda de madeira, fomentar novas cadeias produtivas, abrir mercado, envolver pequenos produtores e comunitários no sistema, estimular a certificação de novas áreas florestais, serrarias, depósitos, marcenarias e todos os elos da cadeia de custódia, que garantem a rastreabilidade da boa madeira.

Para a Secretária Executiva do FSC Brasil, Fabíola Zerbini, “este acordo é muito importante e soma-se a outras iniciativas que vimos executando no combate ao desmatamento e à ilegalidade no setor madeireiro, através da disseminação do uso e do conceito da madeira certificada” diz.

A iniciativa tem como precedente os Jogos de Londres 2012. No evento, mais de dois terços da madeira do Parque Olímpico e 98% da madeira da Vila Olímpica eram certificados FSC. Nos Jogos Rio 2016, a madeira certificada FSC estará presente em todo mobiliário, além de outros produtos de origem florestal, como o papel dos ingressos.

De acordo com o Comitê Organizador Rio 2016, a meta não é apenas atingir níveis de excelência na organização dos Jogos, mas também demonstrar liderança, com novos padrões de gestão da sustentabilidade em eventos no Brasil. “Será uma grande oportunidade para mostrar práticas de produção e consumo menos agressivas ao meio ambiente com o uso de produtos certificados”, diz Tania Braga, gerente geral de Sustentabilidade, Acessibilidade e Legado do Rio 2016.


Fonte: Celulose Online



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Comentário(s) (1)


Clayton disse:

16/12/2013 às 09:26

É uma pena que isto sirva como marketing.
Deveria ser uma necessidade absolutamente convencional (a certificação).
Não entendo porque temos uma ONG como intermediária e certificadora. Mesmo com tantos órgãos públicos nacionais!!!

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