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28/08/2013

Pesquisadores australianos querem transformar CO2 em matéria-prima para a construção civil

Chamine
Um dos problemas com as tecnologias de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS) é que normalmente envolvem a estocagem do gás no subsolo, em minas abandonadas ou em aquíferos salinos, oferecendo riscos para o meio ambiente.

Por isso, muitos pesquisadores têm se dedicado a levar o CCS um passo além, buscando uma forma de reutilizar o dióxido de carbono (CO2) capturado.

A mais recente dessas tentativas vem da Austrália, onde uma usina piloto está sendo construída na Universidade de Newcastle com o objetivo de testar o novo método desenvolvido por um grupo multidisciplinar de professores, que promete transformar o CO2 em “tijolos” para a construção civil.

“A diferença fundamental entre o nosso modelo e o sequestro tradicional de carbono é que nós permanentemente transformamos o CO2 em um produto utilizável, não simplesmente o enterramos”, destacou Bodgan Dlugogorski, do Centro de Pesquisas Energéticas da Universidade de Newcastle.

O projeto piloto custará AU$ 9 milhões (R$ 19,09 milhões) e precisará de pelo menos quatro anos para ficar pronto.

Para transformar o CO2 em “tijolos”, os pesquisadores imitam um processo geológico existente na natureza, pelo qual o gás se combina com minerais como o magnésio e o cálcio e fica inerte. O problema é que isso ocorre em uma velocidade muito lenta.

“Nosso desafio é acelerar esse processo para que a tecnologia seja viável economicamente”, concluiu Eric Kennedy, também do Centro de Pesquisas Energéticas da Universidade de Newcastle.


Fonte: Instituto CarbonoBrasil



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Comentário(s) (1)


7bEXR7ONFMv disse:

28/09/2013 às 01:16

Perhaps I am being obtuse but I fail to ursnedtand how we can turn our focus to research when we are teaching seven courses per year? While most of us can say that we participate in a range of activities that inform our teaching, there is absolutely no TIME in my work week to engage in a level of scholarship that could be compared to tenured faculty at a larger traditional' university. This is because there are no provisions in our collective agreement to support research (reduced teaching loads, teaching assistants, etc) as an integral/ mandatory component to what we do. Indeed, we are also not measured by the same standards. Ironically, however, we are being encouraged to create definitions and standards of scholarship without simultaneous discussions about workload and compensation. Since we are bound by legislation that is, evidently, not going to change soon, our energy may be best served in focusing on how we can make our workloads manageable and fair in the face of a continued need to rationalize our existence. We need to question the bureaucratization of the workplace and challenge decisions that do not serve students but the machinery that has become UFV. Because while we debate things like rank and tenure, the quality of education is slowly being compromised by expanding class sizes, slipping IT infrastructure and shrinking provincial funding.

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