Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


05/08/2013

Suzano deve manter prejuízo no 2º trimestre

Despesa financeira maior deve anular ganhos operacionais da Suzano, que tem 45% da dívida em moeda estrangeira

O Ebitda trimestral deve alcançar R$ 400,9 milhões

O balanço do segundo trimestre da Suzano Papel e Celulose deve trazer resultado negativo em moldes similares aos divulgados pelas concorrentes Fibria e Klabin. Afetada pelo impacto da valorização de 10% do dólar nas dívidas em moeda estrangeira, a Suzano deve amargar prejuízo de R$ 297,3 milhões entre abril e junho, segundo projeções de dez analistas consultados pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

As projeções oscilaram entre prejuízo de R$ 176 milhões a R$ 438,1 milhões. Para sete corretoras ou banco de investimentos, o resultado no período será ainda pior do que o prejuízo de R$ 264,3 milhões apurado pela fabricante no segundo trimestre de 2012. Para as três instituições restantes, o prejuízo deste ano será menor.

O balanço da companhia será divulgado no dia 13. Segundo os analistas, o resultado financeiro (linha onde o impacto do dólar nas dívidas é contabilizado) anulará com sobras os bons resultados operacionais esperados pelos analistas.

O Ebitda trimestral deve alcançar R$ 400,9 milhões, expansão de 34,5% em relação a igual período de 2012, segundo as projeções. Todas apontam para um resultado melhor do que o do segundo trimestre de 2012. A receita líquida da Suzano deve ficar em torno de R$ 1,379 bilhão no trimestre, com expansão de 4,2% em igual base de comparação, projetam os analistas.

Os resultados operacionais da Suzano refletirão os três reajustes no preço da celulose vendida ao exterior aplicados desde o início do ano. No mercado de papel, a Suzano se aproveita do menor volume de importados e do espaço para o reajuste de preços no mercado doméstico. Em ambos os casos, a Suzano ainda é beneficiada por um dólar favorável às exportações.

Os bons números operacionais serão contrastados com um resultado financeiro adverso. Além do impacto da valorização do dólar nas dívidas em moeda estrangeira, que respondiam por 45% do total de R$ 11,1 bilhões em dívidas existentes no fim do primeiro trimestre, a companhia também deve reportar gasto financeiro com a operação de pré-pagamento de debêntures realizada em abril./ A.M.


Fonte: O Estado de S.Paulo



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

30/09/2020 às 02:01

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

O que você acha da implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR)?

Trará benefícios aos produtores rurais
Trará benefícios ao meio ambiente
Trará benefícios apenas para o governo
Trará benefícios aos produtores rurais, ao meio ambiente e ao governo
Não muda a situação dos produtores rurais, nem do meio ambiente

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


1253 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey