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28/05/2009

Pesquisa Estuda Efeitos do Plantio de Pinus

Cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) estão pesquisando os impactos ambientais causado pela monocultura do pinus elliottii no Rio Grande do Sul. Desde o mês de março, uma parceria formada pela iniciativa privada e a Ufrgs analisa as florestas já plantadas nos municípios de Mostardas, Palmares, Rio Grande e São José do Norte.

 Cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) estão pesquisando os impactos ambientais causado pela monocultura do pinus elliottii no Rio Grande do Sul. Desde o mês de março, uma parceria formada pela iniciativa privada e a Ufrgs analisa as florestas já plantadas nos municípios de Mostardas, Palmares, Rio Grande e São José do Norte.

O estudo está sendo executado através do Laboratório de Fisiologia Vegetal do Instituto de Biociências e conta com a participação de duas doutoras da área florestal e alunos de iniciação científica, todos coordenados pelo professor Arthur Fett-Neto. A Florestadora Palmares, Trevo Florestal (Treflor) e Habitasul Florestal, empresas que firmaram convênio com a universidade, fornecem apoio logístico e financeiro para a equipe.

Segundo Fett-Neto, a pesquisa visa a preencher uma lacuna no estudo das influências do cultivo de pinus sobre o meio ambiente. "Existem poucos dados sobre florestas manejadas, então queremos contribuir, fornecendo subsídios que possam maximizar os efeitos positivos e reduzir os prejudiciais", explicou.

Entre os possíveis danos ao ambiente estudados pela equipe de pesquisadores estão o potencial invasor da espécie e sua capacidade de inibir o crescimento de outras plantas. Para isso, a equipe analisa a dispersão das sementes e a viabilidade dessas árvores de competir com a vegetação natural.

Já entre os possíveis efeitos das florestas de pinus está a retirada de dióxido de carbono (CO²) da atmosfera. "Sabemos que florestas comerciais são drenos de CO², mas existem poucos estudos em climas subtropicais e com pinus, então queremos descobrir o quanto essas plantações podem contribuir", explicou. Dentro desse campo de pesquisa, os cientistas estão incluindo a extração de resina do pinus, que é usada em diversas aplicações comerciais, como na indústria química, farmacêutica, tintas e adesivos. "A resina é muito rica em carbono, por isso queremos verificar se a prática da resinagem (produção de resina através de ferimentos na casca da árvore) contribui para aumentar o dreno de CO²", disse.

A previsão é de que o projeto dure cerca de dois anos e seus resultados servirão de base para novos estudos de florestamento, assim como para a cultura do eucalipto. "Nossa meta é subsidiar tanto as empresas quanto os órgãos ambientais, para que possam fazer políticas de regramento que correspondam às necessidades dessa cultura."


Fonte: Jornal do Comércio



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