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25/02/2013

Projetos extrativistas em florestas fracassam, aponta Banco Mundial

Um relatório do Banco Mundial concluiu que os 2,6 bilhões de dólares gastos em projetos extrativistas em áreas de floresta não ajudaram as populações locais a sair da pobreza. Pagar para não desmatar dá melhores resultados

Foto: Divulgação

Segundo o sindicalista Chico Mendes, o modo de vida extrativista seria capaz de proporcionar um sustento digno aos povos da floresta sem prejuízo ambiental, desde que amparado pelo governo. Ou seja, em vez de derrubar a mata para dar lugar à agropecuária, a população local poderia viver da coleta de seivas e frutos e da venda da madeira de árvores mais velhas. No jargão científico, esse modelo é chamado de desenvolvimento sustentável e, para se tornar realidade, precisa alcançar três objetivos: ser economicamente viável, preservar o ecossistema e reduzir a pobreza das pessoas que vivem no entorno. Essa agenda orientou inúmeros projetos de ONGs e governos, além de pautar encontros internacionais como a Eco 92 e a Rio+20, no Rio de Janeiro. Agora, um dos maiores patrocinadores desses projetos, o Banco Mundial, concluiu que a tentativa de aplicar o conceito da sustentabilidade a áreas florestais quase nunca dá certo. O surpreendente mea-culpa está em um relatório feito para uso interno da instituição, ao qual VEJA teve acesso, e que foi discutido em uma reunião fechada na sede do banco em Washington, há duas semanas.

O documento é o resultado de um trabalho louvável do banco para avaliar os efeitos dos 2,6 bilhões de dólares gastos em 289 projetos em florestas de 75 países, entre 2002 e 2011. O investimento serviu para aumentar a área de reservas ao redor do mundo, mas, de maneira geral, não conseguiu evitar a degradação da biodiversidade e de pouco ou nada adiantou para elevar o padrão de vida da população. Isso ocorreu também no Brasil, onde a instituição financiou a demarcação de 45 milhões de hectares de terras indígenas e outros 26 milhões em reservas ambientais. As conclusões do relatório não foram baseadas em estatísticas de renda ou de desenvolvimento humano, mas em levantamentos feitos pelos especialistas do Banco Mundial em visitas às comunidades que deveriam ser beneficiadas. Com isso, conseguiu-se uma análise muito mais próxima da realidade, pois são raros os países com indicadores sociais confiáveis para grupos populacionais tão pequenos quanto aqueles formados pelos que vivem dentro ou ao redor de reservas.

O relatório aponta como uma das causas do fracasso a insistência de ONGs e de governos em considerar que as atividades de subsistência e extrativistas são a melhor opção para o desenvolvimento das comunidades pobres. Para os auditores do Banco Mundial, pescar o peixe que se come ou catar coquinho para vender a um preço simbólico não deveria ser o objetivo final dos projetos, apenas um meio para as pessoas sobreviverem enquanto se organizam para uma atividade econômica capaz de produzir mais riqueza. Em outras palavras, na maioria dos programas financiados pelo banco, os moradores das reservas garantem o mínimo para sobreviver, mas não conseguem melhorar de vida.


Fonte: Painel Florestal



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