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30/01/2013

P&D o diferencial do setor de florestas plantadas

É incontestável a liderança mundial do setor de florestas plantadas do Brasil, fato esse reconhecido em todos os fóruns.

Luiz Antonio Cornacchioni - Diretor Executivo da ABRAF
Porém essa liderança não se deve apenas às favoráveis condições edafoclimáticas do País, mas, principalmente, aos maciços investimentos em pesquisa e desenvolvimento realizados ao longo de anos, tanto pelo setor privado como por universidades, instituições de pesquisas e órgãos públicos de fomento.

Esses investimentos, inicialmente fundamentados em materiais genéticos, manejo florestal e ambiental, criaram as condições ideais de desenvolvimento das culturas de eucalipto e pinus e sua difusão para as diversas regiões deste nosso Brasil.

Com isso, houve a expansão da base florestal, proporcionando a verticalização da atividade, através da implantação de diversas indústrias de transformação de madeira proveniente de florestas plantadas. Isso colocou o setor em posição de destaque na economia nacional.

Outro resultado importante decorrente da aplicação de recursos, que na maioria das vezes é feito em parcerias com universidades e institutos de pesquisas, é a formação de profissionais de diversos níveis.

Temos, hoje, na academia, um celeiro de formação de pessoas, e seus efeitos podem ser observados pela excelência de gestão do setor.Analisando o que foi descrito, podemos concluir que estamos em posição confortável e não precisamos mudar nada. Mas não é bem assim!

Vivemos em um mundo de constantes transformações, muitas delas em velocidades surpreendentes, fazendo com que os cenários se alterem em um curto intervalo de tempo. Frente a isso, o que fazer para nos manter competitivos?  Primeiramente, quanto aos investimentos em P&D, mesmo que as condições econômicas não sejam as mais favoráveis, é fundamental mantê-los. 

Avançamos muito nas metodologias empregadas, e os resultados nesse segmento são alcançados no longo prazo e de forma continuada; eventual interrupção ocasiona atraso em efeito cascata e muito tempo para se retomar. Outro fator de que não podemos nos descuidar é a formação de pessoas.  

Com a globalização dos mercados e a rápida propagação das informações, a exigência atual é por profissionais capazes de atuar em situações adversas.

Não há dúvida de que o Brasil dispõe de condições para manter-se na fronteira do conhecimento, e o setor sabe da sua competitividade e investe continuamente em P&D e gestão. 

Porém existe outro ponto fundamental no qual devemos focar nossa atenção: é o fortalecimento das instituições. Em toda a sociedade organizada, são as leis e os marcos regulatórios que orientam as condutas que devem ser observadas e seguidas. 

Temos que atuar de maneira organizada e contínua nesse segmento, para que possamos concatenar os resultados alcançados e colocá-los em prática, respeitando as exigências da sociedade. O setor de florestas plantadas consolidou seu papel nos cenários nacional e internacional fundamentado em sólidos conceitos.

Não há dúvida de que temos um horizonte promissor para os próximos anos. Para que possamos nos manter como protagonistas nesse segmento, devemos continuar investindo em pesquisa & desenvolvimento, em gestão e no fortalecimento institucional.


Fonte: www.revistaopinioes.com.br



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Comentário(s) (2)


PGJWtfDljoxIcefyJ disse:

07/03/2013 às 09:06

Antf4nio Jose9 disse:Eu preciso saber como eu sou pooressfr efetivo da rede pfablica e estou cursando o 4ba semestre em pedagogia, tambem posso concorrer a uma vaga, e se for aprovado posso utilizar a bolsa integral ou parcial no restante da graduae7e3o.

tSbpzrwburEn disse:

04/03/2013 às 05:54

Quando ha uns anos Al Gore usou a questao do aqimeuecnto global e assuntos ambientais em geral como tema principal da sua campanha eleitoral a Casa Branca, nem os proprios americanos o levaram em conta e limitaram os seus alertas a simplesmente "discurso politico-eleitoral" , o que ate podia ser, mas nao so. Ha um mes foram publicadas previsoes assustadoras sobre os efeitos do aqimeuecnto global dentro de 100 anos, murmurios serios comecaram em todos os cantos do mundo real, onde as medidas a tomar sao consideradas em termos "tecnologicos".Ora,Mocambique nao e' um pais tecnologicamente desenvolvido, a degradacao ambiental e' preocupante mas contrariamente ao que o termos "perigo e oportunidade" sugerem, os mocambicanos, com sede de prosperar, apenas se preocupam em explorar para ganhar lucro - oportunidade. E' exemplo claro a exploracao desenfreada da madeira um pouco por quase todo o pais, de forma muito contraria aquela anunciada pelos regulamentos da lei de florestas e fauna bravia. Para alem de exploracao ilegal, temos o desrespeito dos limites e periodos de exploracao por parte daqueles que tem autorizacao para esta actividade. Entao, enquanto o governo nao tomar medidas severas de controlo e penalizacao dos infractores, a exploracao nao so da madeira, mas de outros recursos tao essenciais a nossa economia e desenvolvimento, continuara insustentavel e empobrecera cada vez mais o pais. O problema se torna ainda mais grave quando nacoes como a China se aproximao do nosso pais, perdoam a divida e aumentam investimentos quando, em troca, exploram minerios, madeira, recursos do mar, e outros tantos bens nossos, sem que o pais tire um proveito directo real dessas "exportacoes". Nao sei qual e' a consciencia publica mocambicana em relacao a esta questao mas certamente o nosso governo tem uma tarefa seria a concretizar.

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