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30/01/2013

Floresta Amazônica começa a ser mapeada pelo Ministério do Meio Ambiente

Quase 22 mil pontos de florestas serão mapeados no território nacional. A divulgação dos dados acontecerá parcialmente todos os anos

site: Google

O Ministério do Meio Ambiente contratou recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para que equipes de técnicos e especialistas comecem este ano a mapear em detalhes as florestas da Amazônia com o objetivo de colher aspectos como a qualidade dos solos, as espécies existentes em cada área e o potencial de captura e emissão de gás carbônico pelas florestas. Em toda Amazônia, haverá em torno de 7 mil pontos mapeados.

O acordo foi fechado no último dia 24 e soma investimentos em torno de R$ 65 milhões. Outro ponto importante do acordo é que as equipes coletem em campo as informações sobre as áreas e analisem todo o material que vai compor o IFN (Inventário Florestal Nacional) – que começou a ser construído em 2010. O inventário também reunirá informações sobre florestas situadas em outros biomas, como o Cerrado e a Caatinga.

Além disso, serão aplicados quatro diferentes questionários a população que vive no entorno das florestas para saber como estas comunidades convivem nestes territórios. As informações detalhadas sobres as florestas brasileiras também devem balizar as políticas do governo para conservação da biodiversidade no território nacional e as novas concessões florestais.

Mesmo o Brasil sendo coberto por 60% de florestas nativas, atualmente os dados sobre estas áreas limitam-se a imagens da cobertura vegetal, como por exemplo de satélites. Ao todo serão mapeados quase 22 mil pontos em todo o território nacional.

Desde que o projeto foi aprovado, o governo mapeou florestas em Santa Catarina e no Distrito Federal, em uma fase experimental. Apenas no Arco do Desmatamento, formado por Rondônia, centro e norte do Mato Grosso e leste do Pará e onde será iniciado o levantamento da região, serão levantadas informações de cerca de 3 mil pontos amostrais, distantes 20 quilômetros um do outro.

A divulgação dos acontecerá parcialmente todos os anos, mas a previsão da conclusão de todo o levantamento é para apenas 2016


Fonte: CeluloseOnline



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20/01/2020 às 03:08

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