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15/05/2012

Propagação Vegetativa de Angico-vermelho por Estaquia e Miniestaquia

Dissertação de Mestrado defendida no Departamento de Engenharia Florestal da UFV estudou a propagação vegetativa de angico-vermelho por estaquia e miniestaquia.

Angico (Foto: Google)
O trabalho da Engenheira Florestal Poliana Coqueiro Dias, objetivou o estudo do desenvolvimento da propagação vegetativa de seis progênies de meio-irmãos de Anadenanthera macrocarpa (Benth) Brenan via miniestaquia e o resgate vegetativo de material adulto em campo.
            Analisou-se a produção de brotações e sobrevivência das minicepas, além do enraizamento das miniestacas tratadas com doses de AIB (0; 2000; 4000 e 6000 mg L-1) e da velocidade de enraizamento em cada progênie; a influência do tipo de miniestaca e do substrato (composto orgânico e vermiculita) no enraizamento; a influência dos fungos micorrizicos arbusculares e os rizóbios no enraizamento de miniestacas e no crescimento das mudas; o resgate vegetativo de árvores selecionadas pelo enraizamento de estacas provenientes da indução de brotações decorrentes da decepa e anelamento basal.
            Um minijardim foi constituído de minicepas obtidas pela propagação via seminal de seis progênies de Anadenanthera macrocarpa, enquanto para o resgate por brotação de cepas e anelamento do caule foram utilizadas brotações de 16 árvores selecionadas com 3 a 5 anos de idade. As estacas foram separadas em duas classes de diâmetro (< 4 mm e > 4 mm) e estaqueadas.
            O enraizamento das estacas e miniestacas foi realizado utilizando um período de permanência do material vegetal na casa de vegetação de 60 e 30 dias, respectivamente, com a aclimatação em casa de sombra por 10 dias, seguida da transferência para a área de pleno sol, onde procedeu-se a avaliação final aos 100 e 70 dias, respectivamente.
            Os resultados demonstraram comportamento diferenciado das progênies quanto às variáveis analisadas nos experimentos.
            O sistema semihidropônico utilizado permitiu a obtenção de altos índices de produtividade e sobrevivência das minicepas.
            Em relação ao enraizamento constatou-se, de modo geral, superioridade das estacas apicais em relação às intermediárias, sendo indicada a miniestaca apical com 10 cm de comprimento e folha inteira para a propagação da espécie.
            A aplicação do AIB nas miniestacas não teve efeito sobre as características avaliadas, dispensando a sua utilização. As avaliações indicaram velocidades diferenciadas entre as progênies quanto ao processo de enraizamento.
            No geral, o substrato à base de vermiculita proporcionou melhores médias para as características observadas.
            O uso de fungo micorrízico arbuscular e de rizóbio não influenciam diretamente na formação de raízes adventícias até 30 dias em casa de vegetação e 10 dias em casa de sombra.
            Quanto ao resgate observou-se eficiência na indução de brotações basais pelas técnicas de decepa e anelamento do caule, sendo possível a produção de mudas via estaquia, principalmente quando utilizadas estacas com diâmetro inferior a 4 mm.
            Pode-se concluir que a miniestaquia de material juvenil e o resgate vegetativo de material adulto são viáveis para a propagação de Anadenanthera macrocarpa.
           
Orientação e Banca
            Professor Orientador: Aloísio Xavier
            Professores Co-orientadores: Haroldo Nogueira de Paula, Ismael Eleotério Pires.
            Banca: Maria Catarina Megumi Kasuya       
 
Para acesso à dissertação completa, acesse AQUI!




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Comentário(s) (1)


qgQ9xTtBRvCp disse:

28/09/2013 às 10:18

Je1 estou a imaginar o Engba Me1rio Lino de caepcate de estaleiro enfiado na cabee7a, com um palito na boca e vestido com uma t-shirt branca cavada, a explicar aos pares os benefedcios para o paeds da construe7e3o de um aeroporto em cada capital de distrito! Com tanta eficieancia energe9tica, eu ce1 vou dar ordem de venda das minhas ace7f5es da Galp...

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