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06/02/2012

Faber-Castell captura mais de oito vezes a quantidade de CO2 que emite

Empresa aumentou em 6,3% a captura de gases de 2008 para 2010

06/02/2012 - A Faber-Castell acaba de divulgar seu inventário de GEE - Gases de Efeito Estufa e o resultado é um saldo positivo. No ano de 2010, a empresa capturou 8,10 vezes o CO2 equivalente que emitiu em todas as operações controladas pela matriz brasileira.
 O relatório, finalizado recentemente, tem como base o ano de 2010 e aponta um incremento de 6,3% em relação ao resultado obtido em 2008, ano do primeiro inventário, quando a captação de gases nocivos ao meio ambiente chegou a 7,23 vezes a quantidade de gases emitidos. Com isto, a quantidade de gases capturados pela empresa desde o ano de 2008, alcança volume suficiente para cobrir 21 anos de operação, mantidas as emissões atuais.
 Isto acontece por a empresa possuir áreas de reflorestamento e reservas nativas, que impactam na captação e por ter uma matriz de emissões fortemente baseada em fontes renováveis. 81% das emissões da empresa são oriundas de fontes renováveis.
 O levantamento, realizado pela empresa ATA – Ativos Técnicos Ambientais, analisou o impacto em três níveis de emissão: Diretas – emissões que ocorrem diretamente nos processos e instalações próprias da empresa; Indiretas da energia adquirida – aquelas que ocorrem fora da empresa para a geração da energia elétrica ou térmica adquiridas pela empresa; e Outras Emissões Indiretas – emissões que ocorrem fora da empresa, relacionadas com a sua atividade. Tecnicamente, estas emissões são tratadas como escopos 1, 2 e 3, respectivamente. O trabalho levou em consideração a norma ISO 14064-1 e seguiu as orientações do Greenhouse Gas Protocol Initiative (GHG).
 Na região de Prata (MG), a Faber-Castell mantém cerca de 9,6 mil hectares divididos em 11 parques florestais, sendo que cerca de 2,6 mil hectares são áreas de preservação permanente e 6.7 mil ha de áreas plantadas com Pinus Caribaea. “O Pinus é a espécie apropriada para a fabricação de lápis e o nosso projeto está trazendo impactos positivos tanto à questão do clima e quanto à manutenção da biodiversidade, atendendo duas das maiores questões ambientais do planeta”, conta Jairo Cantarelli, gerente da Divisão Madeira da Faber-Castell.
 O projeto de plantio iniciado pela Faber-Castell em Prata no final da década de 80 foi o primeiro projeto do segmento no mundo. Esse pioneirismo concedeu à Faber-Castell o título de maior produtor mundial de Ecolápis e hoje, tanto o plantio, quanto os EcoLápis da empresa são certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council). A fábrica da empresa em São Carlos (SP) é responsável por 1,9 bilhão de unidades/ano, exportando para mais de 70 países.
 Para o presidente da Faber-Castell no Brasil, Marcelo Tabacchi, o resultado positivo do relatório GEE é fruto da constante preocupação com a sustentabilidade, que norteia a atuação da Faber-Castell. “A responsabilidade socioambiental é um dos pilares da marca Faber-Castell e faz parte da história da empresa desde a sua fundação”, completa Tabacchi.
 Recentemente, o grupo Faber-Castell bateu outra importante meta de sustentabilidade: 95% dos lápis produzidos pela empresa são fabricados com madeira certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), o órgão mais importante do setor. No Brasil, esse índice é de 98%. Os demais lápis da empresa são igualmente provenientes de florestas manejadas.06/02/2012 - A Faber-Castell acaba de divulgar seu inventário de GEE - Gases de Efeito Estufa e o resultado é um saldo positivo. No ano de 2010, a empresa capturou 8,10 vezes o CO2 equivalente que emitiu em todas as operações controladas pela matriz brasileira.
 O relatório, finalizado recentemente, tem como base o ano de 2010 e aponta um incremento de 6,3% em relação ao resultado obtido em 2008, ano do primeiro inventário, quando a captação de gases nocivos ao meio ambiente chegou a 7,23 vezes a quantidade de gases emitidos. Com isto, a quantidade de gases capturados pela empresa desde o ano de 2008, alcança volume suficiente para cobrir 21 anos de operação, mantidas as emissões atuais.
 Isto acontece por a empresa possuir áreas de reflorestamento e reservas nativas, que impactam na captação e por ter uma matriz de emissões fortemente baseada em fontes renováveis. 81% das emissões da empresa são oriundas de fontes renováveis.
 O levantamento, realizado pela empresa ATA – Ativos Técnicos Ambientais, analisou o impacto em três níveis de emissão: Diretas – emissões que ocorrem diretamente nos processos e instalações próprias da empresa; Indiretas da energia adquirida – aquelas que ocorrem fora da empresa para a geração da energia elétrica ou térmica adquiridas pela empresa; e Outras Emissões Indiretas – emissões que ocorrem fora da empresa, relacionadas com a sua atividade. Tecnicamente, estas emissões são tratadas como escopos 1, 2 e 3, respectivamente. O trabalho levou em consideração a norma ISO 14064-1 e seguiu as orientações do Greenhouse Gas Protocol Initiative (GHG).
 Na região de Prata (MG), a Faber-Castell mantém cerca de 9,6 mil hectares divididos em 11 parques florestais, sendo que cerca de 2,6 mil hectares são áreas de preservação permanente e 6.7 mil ha de áreas plantadas com Pinus Caribaea. “O Pinus é a espécie apropriada para a fabricação de lápis e o nosso projeto está trazendo impactos positivos tanto à questão do clima e quanto à manutenção da biodiversidade, atendendo duas das maiores questões ambientais do planeta”, conta Jairo Cantarelli, gerente da Divisão Madeira da Faber-Castell.
 O projeto de plantio iniciado pela Faber-Castell em Prata no final da década de 80 foi o primeiro projeto do segmento no mundo. Esse pioneirismo concedeu à Faber-Castell o título de maior produtor mundial de Ecolápis e hoje, tanto o plantio, quanto os EcoLápis da empresa são certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council). A fábrica da empresa em São Carlos (SP) é responsável por 1,9 bilhão de unidades/ano, exportando para mais de 70 países.
 Para o presidente da Faber-Castell no Brasil, Marcelo Tabacchi, o resultado positivo do relatório GEE é fruto da constante preocupação com a sustentabilidade, que norteia a atuação da Faber-Castell. “A responsabilidade socioambiental é um dos pilares da marca Faber-Castell e faz parte da história da empresa desde a sua fundação”, completa Tabacchi.
 Recentemente, o grupo Faber-Castell bateu outra importante meta de sustentabilidade: 95% dos lápis produzidos pela empresa são fabricados com madeira certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), o órgão mais importante do setor. No Brasil, esse índice é de 98%. Os demais lápis da empresa são igualmente provenientes de florestas manejadas.


Fonte: CeluloseOnline



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