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23/12/2011

SFB e universidades do Nordeste monitoram manejo florestal na Caatinga

Professores e estudantes da UFRN, UFCG, UFPI e UFPB participam de capacitação para medir crescimento da vegetação e aprimorar o conhecimento sobre uso sustentável do bioma

Cerca de 40 professores e estudantes de universidades da região Nordeste foram capacitados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) em dezembro sobre como monitorar o crescimento da vegetação da Caatinga em locais voltados ao manejo, ou seja, à extração sustentável de produtos do bioma.

A atividade ocorreu em parcelas permanentes da Rede de Manejo Florestal da Caatinga (RMFC), que são áreas separadas para o estudo da regeneração da mata e da biodiversidade após uma intervenção antrópica, localizadas em Lagoa Salgada (RN), Serra Negra do Norte (RN), Macau (RN), Floresta (PE), São João do Piauí (PI) e Pacajus (CE).

O engenheiro florestal da Unidade Regional Nordeste do SFB, Alencar Garlet, explica que as informações obtidas nas áreas de parcelas permanentes são usadas na elaboração de normas legais sobre extração florestal no bioma. “A Instrução Normativa sobre manejo na Caatinga têm como base científica as pesquisas da Rede”, diz.

São esses estudos que mostram quanto tempo o produtor deve aguardar para extrair madeira e lenha de uma área que já foi usada. O manejo funciona dentro de um ciclo no qual, a cada ano, só se retira produtos florestais de parte de área, e assim sucessivamente. Após 15 anos, é possível voltar ao primeiro talhão manejado.

Multiplicadores

Em todo o Nordeste, existem mais de 180 parcelas permanentes (em geral, com a dimensão de 20 por 20 metros), em 12 áreas experimentais. Para cada área de pesquisa, há uma instituição responsável pela medição anual. “São várias instituições, todas trabalhando integradas, que geram informações para todo o bioma”, afirma Garlet.

Mas para que os resultados possam ser reunidos na mesma base de dados, é preciso que todos usem a mesma metodologia. Os professores e estudantes que participaram da capacitação aprenderam a usar os protocolos definidos pela Rede, coordenada pela Associação Plantas do Nordeste (APNE).

Enquanto algumas instituições participam da Rede desde o início, outras vão se juntando ao grupo, como é o caso da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A entidade abriu o curso de Engenharia Florestal recentemente e deve assumir, a partir de 2012, a medição das parcelas permanentes do estado.

O envolvimento de novos atores ajuda a fortalecer a rede e a consolidar as pesquisas, que não têm data para acabar. “As pesquisas ajudam a refinar e aprimorar as informações sobre o manejo na Caatinga. É um trabalho continuado, que está sempre se renovando”, diz.

A capacitação contou com a participação de integrantes da comunidade acadêmica da UFRN; Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus de Patos; Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Campus de Bom Jesus.


Fonte: florestal.gov.br



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Comentário(s) (2)


Danilo Dias disse:

05/01/2012 às 19:09

A caatinga é hoje um dos biomas menos estudados do brasil, e iniciativas como essas com certeza mudara essa situação, haja vista que a região na qual este bioma está inserido já tem centros de pesquisas suficientes para se fazer um raio x da sua vegetação.

Elza Rodrigues Pereira disse:

03/01/2012 às 09:21

Bom dia.
Vocês possuem um banco de sementes de espécies forrageiras ou leguminosas que representam a solução para alimentação dos animais da sua região. Aqui em Minas Gerais -
Belo Horizoonte, na seca já estamos vivendo este problema.

Poderiam informar-me como adquirir estas sementes?.

Agradecida. Elza.

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