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30/11/2011

Minas Gerais inaugura Banco de Solos na UFV

O Banco de Solos será inaugurado na próxima quinta-feira, dia 02, no Departamento de Solos da Universidade Federal de Viçosa

Google: Foto ilustrativa

A partir desta semana, Minas Gerais vai contar com um banco de solos. O que parece ser apenas uma coleção de mais 600 amostras de terra em embalagens catalogadas será o resgate da historia geológica e pedológica das terras mineiras e base segura para qualquer intervenção agrícola, industrial ou urbana de cada pequena parte dos  586 mil km2 extensão territorial de Minas Gerais. O Banco de Solos será inaugurado na próxima quinta-feira, dia 02, no Departamento de Solos da Universidade Federal de Viçosa e é uma parceria entre as Universidades Federais de Viçosa, Lavras, Ouro Preto  e do CETEC - Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais com a FEAM- Fundação Estadual de Meio Ambiente, que financiou o projeto.

Segundo o coordenador do Banco de Solos e professor da UFV, Walter Abrahão, não se pode estabelecer políticas ambientais sem parâmetros seguros de referência. Cada uma das amostras disponíveis passou por análises de mais de 20 diferentes  elementos que identificaram padrões geoquímicos e dos solos. Trata-se de um processo complexo que gerou um banco de dados com milhares de informações sobre características químicas, físicas, e morfológicas de cada amostra. Algumas universidades mineiras já dispunham de pequenos bancos de solos regionais para pesquisa e ensino de disciplinas. No início do ano, a UFV, que já detinha mais da metade das amostras,  tomou a iniciativa de propor um projeto que reunisse, organizasse os dados e criasse uma rede de pesquisadores aptos a utilizá-los para novas pesquisas e consultas. À medida que a ciência e a tecnologia avançam será possível determinar novos elementos usando o material como referência. Com as informações já disponíveis no banco de dados será possível, por exemplo, determinar se uma mineradora, um empreendimento industrial ou uma empresa que utilize grande quantidade de defensivos agrícolas estão ou não contaminando o solo e a água de determinada região. O professor Walter explica que alguns solos já têm naturalmente maiores quantidades de  determinados elementos químicos, portanto estes índices têm que ser considerados, por exemplo, no momento de fiscalizar um empreendimento ou promover intervenções remediadoras. Da mesma forma, os dados poderão contribuir com o estabelecimento de legislações ambientais  adequadas a cada região.

As amostras para o banco de solos foram coletadas em áreas de vegetação onde a interferência humana é menor e, por isso, mantém características naturais que também ajudam a entender a formação de solos ao longo do tempo geológico.  O projeto prevê a coleta e a análises de novas amostras, ampliando o acervo  e tornando o Banco de Solos ainda mais preciso. Pretende-se ainda uniformizar procedimentos de coleta de análises e formatação de dados para a rede de colaboradores. A parceria entre as universidades, o CETEC  e a FEAM também já permitiu o mapeamento dos solos mineiros e a geração de valores de referência de metais de solos para a legislação mineira.

A cerimônia de inauguração do Banco de Solos do Estado de Minas está marcada para o dia 01 de dezembro, quarta-feira, às 14 horas, na área conhecida como Casas de Vegetação, na Avenida Purdue, Campus da UFV.

 

 


Fonte: UFV



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Comentário(s) (1)


lydia guerra machado disse:

12/04/2013 às 18:52

eugostei

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