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30/08/2011

Celulose avança com preço cada vez mais volátil

Marcos Assumpção, CFO do Banco Itaú, avalia mercado durante conferência sobre C&P

 Por Andrea Berzotti

30/08/2011 – Partindo de um cenário em que a valorização do real está cada vez maior e o preço da celulose estável na China há três semanas, as estratégias de crescimento nos setores de papel e celulose no Brasil não devem avançar muito financeiramente, pois o mercado acaba não tendo sobras em função das altas despesas.

O cenário brasileiro atual acaba perdendo para outros países desenvolvidos. “Se no Brasil as empresas não estão conseguindo ganhar dinheiro onde a produção de celulose é mais em conta, imaginem em outros países”, mostrou Marcos Assumpção, CFO do Banco Itaú durante a 6ª edição do RISI Anual Latin American Pulp and Paper Conference, que está acontecendo nesta terça-feira (30), em São Paulo durante todo o dia. Para Assumpção, o setor precisa de mais disciplina. “O preço da celulose está no patamar mínimo”, diz.

Para ele, o setor vivencia um momento bastante fragmentado, pois o preço da celulose está caminhando a curto prazo. “Trata-se de um problema de oferta. O mercado chinês, por exemplo, está sempre bem abastecido”, esclarece o executivo que mostra ainda que o desafio está nos novos projetos mundiais: quatros novas plantas estão na China. “Há uma demanda marginal de celulose que estará vindo da China”, mostra.

No entanto, no que diz respeito às novas plantas na América Latina, o Brasil tem uma boa estabilidade política e grande espaço. O mesmo não ocorre no Chile, onde o espaço já está completamente tomado. Já no Uruguai, segundo avaliação de Assumpção, é difícil novas plantas surgirem em função do pouco espaço. “Na Argentina há alguns espaços ainda para expandir a capacidade, principalmente no Norte do país”, diz.

Assumpção citou ainda que no Brasil, os Estados dos Maranhão, Piauí e Tocantins são locais com logística disponíveis para novas instalações de fábricas. “A África também poderá ter instalações de novas fábricas de celulose, mas em longo prazo”, completa o economista.


Fonte: CeluloseOnline



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