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26/07/2011

Celulose Riograndense deve produzir 1,8 milhão de toneladas de celulose até 2014

Plano de expansão e obras viárias no entorno da unidade foram apresentadas ao governador do Estado do RS, Tarso Genro

Foto: Google

 A CMPC Celulose Riograndense anunciou que vai expandir sua produção de celulose de 450 mil toneladas para 1,8 milhão de toneladas por ano até meados de 2014. Além do incremento na sua produção, o projeto inclui a ampliação da base florestal e a implantação de um sistema logístico hidroviário na cidade de Guaíba, no Rio Grande do Sul. Atualmente, o plano de expansão está na fase de execução do projeto de engenharia, que deverá estar concluído até março de 2012.

Para dar suporte para essa ousada implantação, a Celulose Riograndense está destinando cerca de R$ 40 milhões em obras viárias que contribuirão para a mobilidade urbana de Guaíba, através de uma parceria público-privada estabelecida com a prefeitura municipal, aprovada pela Câmara de Vereadores.

Segundo Walter Lídio Nunes, presidente da companhia, com a ampliação vai haver um aumento de movimentação de logistíca para a unidade. Na opinião dele, com a nova estrutura viária cria-se uma logistíca bastante eficiente do ponto de vista técnico e também do social. “Não adianta resolver tecnicamente as questões da indústria, se isto perturba as comunidades. Nossa unidade está em uma área urbana e por isso precisamos de uma solução que tenha aprovação social", diz Nunes.

O início dos trabalhos desta obra está previsto para agosto e serão construídas redes de água, de esgoto e pluvial e da duplicação e pavimentação/repavimantação de diversas ruas e avenidas, o que pretende melhorar a circulação e a qualidade de vida na cidade. Serão também requalificados os passeios e construídos sete quilômetros de ciclovias. Complementando o conjunto de obras das cercanias, a Celulose Riograndense fará também um tratamento paisagístico nas divisas da fábrica, através da implantação de jardins, com o objetivo de tornar mais agradável a interface visual para a comunidade. A previsão é que as obras sejam finalizadas em até 18 meses.

O projeto neste momento dá andamento à expansão da base florestal, através da implantação de 15 mil hectares de eucalipto e da recuperação de 18 mil hectares de florestas, da execução de obras viárias e dá continuidade nos processos de licenciamento para criação de portos.

O novo projeto deve ter seu início de operação previsto para a metade do ano de 2014. Para Walter Lídio Nunes, a operação coincide com o crescimento da economia e com um bom cenário para a celulose. "O mercado de celulose pode não estar no pico, mas não vai haver uma depressão. Acredito que a celulsoe deve continuar com um preço intermediário na época do start, o que justificaria entrar com estas novas capacidades de produção", declara Nunes.

A empresa estuda, também, junto com a execução das obras viárias, iniciar de forma antecipada a instalação de uma linha de picagem para substituir o atual pátio de madeira, facilitando, assim, a montagem da segunda linha industrial.

Segundo o CEO às perspectivas de crescimento para o ano têm sido favoráveis."Temos mantido nossa metas e com certeza fecharemos o ano com resultados positivos", conclui.


Fonte: Valter Jossi Wagner para Celulose Online



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