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30/06/2011

Brasil deve facilitar compra de terra por estrangeiros no país

O Ministério da Agricultura do Brasil informou que está estudando medidas para permitir investimentos estrangeiros "bons e saudáveis" em propriedades rurais no país.

Foto: Google

O Ministério da Agricultura do Brasil informou que está estudando medidas para permitir investimentos estrangeiros "bons e saudáveis" em propriedades rurais no país. Desde agosto de 2010, os investidores de fora estão proibidos de adquirir terras ilimitadas no Brasil, segundo uma nova instrução da Advocacia Geral da União. De acordo com a medida, empresas estrangeiras não podem comprar propriedades com áreas maiores que 250 hectares a 5 mil hectares, variando conforme a região.

Fontes do mercado comentaram que esse regulamento visa a impedir grandes aquisições de terras por estrangeiros e a garantir a soberania nacional. "Em muitos países da África, grandes porções de terra foram compradas por chineses e árabes que procuravam áreas para produção de alimentos", disse o ministro da agricultura, Wagner Rossi, em uma entrevista recente à mídia brasileira.

De acordo com ele, o país procura agora maneiras de filtrar os investimentos estrangeiros que são estratégicos para o Brasil, ao contrário dos considerados simplesmente especuladores. O governo, porém, não estipulou uma data para as novas instruções, mas está dando sinais positivos para estrangeiros que pensam em investir no Brasil.

De acordo com um estudo da Associação Brasileira de Agronegócio e Marketing Rural (ABMR&A), conduzido pelas consultorias MBAgro e Agroconsult, o Brasil precisará de R$18,5 bilhões nos próximos 10 anos para assegurar os investimentos necessários em florestas plantadas. "Estes altos aportes mostram que o país necessitará de fluxos de capital estrangeiro para ajudar na expansão da agricultura", apontou o estudo.

Entre os estrangeiros que tinham planos anunciados para investir no setor brasileiro de papel e celulose estavam empresas como a Portucel, Asia Pulp & Paper (APP) e Stora Enso.


Fonte: RISI - PPI América Latina



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Comentário(s) (1)


José Pereira disse:

25/07/2011 às 11:32


Esta história é antiga: me lembro quando estudei sobre o tratado de toderzilha, hoje só muda o nome: venda fracionada do território brasileiro; duzentos hectares para o João cho, mais 250 hectares para Maria Cho, mais duzentos hectares para Zé cho, os laranjinhas vão surgindo, aos poucos a Amazônia não será mais dos brasileiros e sim um Estado Chinês dentro do Brasil.

Neste caso sujiro o sistema de arrendamento, de forma sustentável, mantendo a presevação da floresta. Forma: meeiros , com tempo determinado, para devolução das terras brasileiras ao fim do tempo de arrendamento. Quem tiver mesmo vontade de investir no país , aceitará a proposta de arrendamento.

Por favor não deixe vender o nosso país aos poucos...

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