Facebook Twitter RSS

Avanço e Pesquisa

Versão para impressão
A-
A+


26/04/2011

Pegada das cidades

A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), em parceria com a Prefeitura de Campo Grande (MS) e as organizações WWF-Brasil, ecosSISTEMAS e Global Footprint Network (GFN), apresentou no último dia 13 os resultados do cálculo da pegada ecológica de Campo Grande, no Mato Grosso.

De acordo com o estudo, que avaliou os hábitos de consumo da população de Campo Grande, a pegada ecológica da cidade é de 3,14 hectares globais por pessoa.

A pegada ecológica de um lugar, comunidade ou indivíduo é o tamanho das áreas produtivas necessárias para sustentar determinado estilo de vida. Ou seja, é a extensão de território, em hectares, que uma pessoa ou sociedade utiliza, em média, para se alimentar, viver, locomover ou vestir, entre outros hábitos.

O número apresentado é superior à média global de 2,7 hectares per capita. No entanto, esses dados são mais preocupantes ao se considerar a biocapacidade disponível para cada ser humano de apenas 1,8 hectare, segundo a ecosSISTEMAS.

A pesquisa foi exposta por Michael Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado da WWF Brasil, em evento organizado pelo professor Ricardo Abramovay, do Departamento de Economia da FEA-USP, no qual foram discutidos os potenciais da pegada ecológica como indicador de sustentabilidade, ferramenta para a gestão pública, instrumento de mobilização da sociedade civil e orientador sobre o papel das empresas e cadeias produtivas sustentáveis.

Segundo a WWF Brasil, a escolha de Campo Grande para ser a primeira a testar a metodologia deveu-se à localização – fica próxima ao Pantanal, um dos biomas mais importantes do país – e ao perfil parecido com as demais cidades brasileiras.

O objetivo da pesquisa foi a criação da uma ferramenta de gestão para ajudar no planejamento e na gestão pública, além de mobilizar a população para rever seus hábitos de consumo e escolher produtos mais sustentáveis. Outra iniciativa que pretendem com a nova metodologia é estimular empresas a melhorar suas cadeias produtivas.

Mais informações clique aqui!


Fonte: Agência FAPESP



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

24/08/2019 às 09:35

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para carvão?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


2222 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey