Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


15/04/2011

Início de produção da boliviana Papelbol gera dúvidas

Ainda é incerto quando a fábrica de papel do governo boliviano, Papelbol, irá iniciar as operações de sua máquina de papel (MP) porque o governo ainda precisa solucionar a questão de suprimento de água, energia e matéria-prima à nova unidade.

Fonte: google

Ainda é incerto quando a fábrica de papel do governo boliviano, Papelbol, irá iniciar as operações de sua máquina de papel (MP), projetada para fabricar 35 mil t/ano de papel para imprimir e escrever e papel jornal. Isso porque o governo ainda precisa solucionar a questão de suprimento de água, energia e matéria-prima à nova unidade.

Originalmente, a MP foi projetada para ser instalada em Villa Tunari, em Cochabamba, porém a região não oferece os recursos suficientes para que ela opere.

Ano passado, a brasileira D'Andrea Agrimport entregou a MP ao Serviço de Desenvolvimento de Empresas Públicas Produtivas (SEDEM), agência governamental que coordena o projeto.

"As autoridades locais precisam agora finalizar as obras de engenharia civil, caso contrário não tem como colocar a máquina em operação", afirmou o diretor comercial da D'Andrea Agrimport, Roberto Falascina.

Em janeiro, técnicos da empresa brasileira inspecionaram as instalações de Villa Tunari e identificaram os serviços que ainda faltam e propuseram uma revisão no projeto. A maioria dos serviços incompletos é de responsabilidade do Sedem.
Falascina assinalou que o órgão precisa equacionar o suprimento de energia, além do sistema já instalado.

Outra indecisão é o fornecimento de água, uma vez que o rio Tunari próximo à planta não oferece água com parâmetros de qualidade necessários para a fabricação de papel. "O governo terá de encontrar uma maneira de obter um suprimento de água de, no mínimo, 40 mil litros/hora", acrescentou Falascina.

Além disso, a matéria-prima é um entrave. "Para a planta começar a rodar serão necessárias 2.500 toneladas de aparas, além dos produtos químicos para o tratamento de água", calculou o executivo. A Papelbol já mostrou interesse em importar pasta mecânica do Chile e do Brasil. A logística para isso, porém, ainda é obscura e até o suprimento local está muito distante de Tunari. Por isso, uma alternativa cogitada é a transferência da MP para a cidade de Santa Cruz de la Sierra, onde existe um sistema de coleta de aparas.

"Estamos aguardando também uma resposta do Sedem já que nosso contrato com eles ficou em aberto", comentou Falascina. De acordo com ele, a Bolívia já pagou US$ 13,5 milhões pela MP, porém alguns serviços complementares, especialmente os que farão a máquina funcionar, não foram entregues. "Temos ainda um contrato de US$ 140.353 a ser cumprido", disse.

O valor total da fábrica Papelbol é estimado em US$ 23 milhões. O início das operações da unidade estava previsto para setembro passado, o que não ocorreu. Á época, o projeto era gerido por outra instância governamental e fontes dizem que a instabilidade política do país, além das sucessivas chuvas que ocorreram na região, foi fator chave para o atraso das obras.


Fonte: Por Fernanda Belchior, Editora de Notícias Sênior, PPI América Latina citado por Celulose Online



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

24/02/2019 às 03:19

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas

COLHEITA DE CHUVAS NO CAMPO


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

O que você acha da implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR)?

Trará benefícios aos produtores rurais
Trará benefícios ao meio ambiente
Trará benefícios apenas para o governo
Trará benefícios aos produtores rurais, ao meio ambiente e ao governo
Não muda a situação dos produtores rurais, nem do meio ambiente

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


2122 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE   |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey