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11/04/2011

Madeira de ponta a ponta

A extração ilegal causa diversos danos ambientais e sociais nos países produtores de madeira de origem nativa. A exploração irresponsável da floresta é uma atividade que agrava a perda de biodiversidade ao extrair árvores de áreas protegidas. Além disso, através do desflorestamento descontrolado e dos incêndios florestais, pode contribuir para o agravamento das mudanças climáticas, sem falar dos impactos negativos sobre a população local, empobrecendo as comunidades rurais que dependem dos produtos florestais para a sua manutenção.

Diversos estudos apontam o Brasil com posição de destaque na exploração irresponsável de seus recursos naturais, dentre eles a madeira de origem nativa amazônica.

A situação é ainda mais preocupante ao identificar que o poder público, além de principal responsável pelo controle desta exploração, é um dos maiores consumidores de madeira de origem nativa, o que subverte os objetivos de qualquer governo calcado numa gestão ambiental sustentável.
 
Ao acompanhar a evolução sobre os impactos da produção e consumo ilegal de madeira no mundo, a Rede Amigos da Amazônia, uma iniciativa da Fundação Getulio Vargas, com apoio do Governo Britânico e da Comissão Europeia, identificou a necessidade de descrever e avaliar, de forma didática e resumida, os diversos mecanismos postos à disposi-ção do Estado para reverter esta situação predatória. 
 
Um dos aspectos a que se buscou dar luz nessa obra é o papel do servidor público no grande esforço a ser realizado, tanto na repressão da exploração e produção ilegal, quanto na identificação dos produtos que tenham essa origem, a fim de evitar o seu consumo.
 
Esta é a proposta da presente publicação, que, recheada de infográficos explicativos, tem redação jornalística com objetivo de apontar com entrevistas e histórias reais a complexidade inerente à cadeia de custódia da madeira nativa amazônica, apresentando o cenário da produção,beneficiamento, transporte e comercialização do produto no Brasil.
 
Em seus quatro capítulos, a obra traz ao leitor desde um panorama das florestas no mundo e seus serviços ambientais aos desafios e barreiras para a produção e consumo responsável de madeira. São apontados os esforços no controle e aplicação de tecnologias para uma melhor gestão pública, buscando gerar menos conflitos na floresta, menos emissões de gases de efeito estufa, e reverter o cenário de grande evasão fiscal decorrente da exploração ilegal de madeira.
 
Ao encontro desse desafio está o papel do poder público como grande consumidor que é. Desenvolvem-se ferramentas econômicas, postas à sua disposição, para fomentar o consumo responsável de produto ou serviço a ser adquirido por meio das compras e contratações públicas, em especial a de madeira, no que se vem denominando de “licitação sustentável”.
 
Esperamos que os leitores possam identificar, além dos desafios e barreiras que a exploração madeireira apresenta, também as potenciais soluções para esse enfrentamento. São oportunidades que surgem para a construção de um negócio responsável, benéfico para a floresta e para a comunidade que lá se encontra, estimulando que todos participem da preservação e do aproveitamento do meio que nos cerca.
 
Para acessar o documento na íntegra, clique aqui!


Fonte: Rede Amigos da Amazônia



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Comentário(s) (1)


Liniker Fernandes da Silva disse:

14/04/2011 às 10:16

Eu não estou conseguindo acessar o documento. Existe a possibilidade de vcs enviá-lo por email?

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