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25/03/2011

Cadeia produtiva do carvão vegetal e ferro-gusa perde R$ 35 milhões em MS

Por conta das chuvas intensas quem tem caído em Mato Grosso do Sul nos últimos meses, várias estradas foram danificadas, sem condições para o escoamento da produção

carvao-pf: As fortes chuvas danificaram estradas e o setor não tem como escoar a produção

Com isso, os produtores de carvão e os segmentos que dependem dele, como no caso o guseiro, estão sendo prejudicados. O setor do gusa está praticamente parado.

De acordo com o presidente do Sindicarv (Sindicato das Indústrias e dos Produtores de Carvão Vegetal de Mato Grosso do Sul), Marcos Brito, todo o Estado está sofrendo as conseqüências, principalmente a região sudeste, que foi a mais afetada.

Sem ter como escoar o carvão, os produtores já acumulam danos. Conforme a avaliação do Sindicarv serão R$ 35 milhões em perdas no final de um mês. Como a expectativa é que a infra-estrutura volte ao normal após dois meses de obras, o prejuízo pode chegar a R$70 milhões. “Os produtores estão aflitos. Depois de alguns anos de oscilação, agora que parecia que o setor iria decolar acontece isso. Esperamos que tudo volte ao normal o quanto antes para retomarmos a produção”, ressalta Marcos Brito.

Sem o carvão-vegetal, dos, aproximadamente, oito auto-fornos que existem no Estado, apenas um está funcionando. A Vetorial, que tem estabelecimentos instalados em Ribas do Rio Pardo e Corumbá, é uma das empresas que estão sofrendo a escassez do produto. Há cerca de 15 dias que a empresa trabalha em “marcha – lenta”, mas na última semana, como não teve entrada do carvão vegetal está sem produzir o ferro-gusa. “A nossa situação está séria. Paramos toda a produção”, afirma Gustavo Corrêa, diretor do Grupo Vetorial.

De acordo com o representante da empresa, por causa dessa falta de abastecimento a empresa deve ter prejuízos nesse mês de março. A vetorial esperava produzir 35 mil toneladas de ferro-gusa, mas agora o resultado mais positivo é alcançar a metade da produção esperada para o mês. Um déficit de 15 a 17 milhões no faturamento da empresa. “Isso nos trouxe problemas comerciais. Nossa expectativa era boa, mas agora a situação está ruim. Sem produzir não vamos conseguir atender a nossa carteira de clientes”, afirma Gustavo.

Segundo Gustavo, a empresa pode até ter que reduzir o quadro de funcionários. “Se continuar assim, vamos ter que dar férias coletiva ou dispensar funcionários, por que continuar do jeito que está não tem como”, declara.


Fonte: Portal do Agronegócio



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Comentário(s) (2)


Prof. Azevedo Movimento Proflorestas disse:

30/03/2011 às 10:28

Perguntar não ofende.
Porque ainda se produz carvão com a metodologia do séc. 18, senhores do sindicato?
300 anos precionando nossas matas, gerando gases do efeito estufa em grandes quantidades, desperdiçando 70% da massa biológica dos eucaliptos e o pior, pessoas cobertas de fuligem e vê-las assim corta o coração. Isso sem falar no transporte perigoso, incendiando coisas no caminho, inclusive os próprios caminhões, motoristas e nossas matinhas. Alooô, nunca ouviram falar de energia limpa ? wood chip´s ? biomassa ? . prefeituras e proprietários carvoeiros, irmãos, venham para o séc. 21.

AMARILDO PORTO ARAUJO disse:

29/03/2011 às 22:49

O MAL DAS SIDERURGICAS, NAO QUERO DIZER, AS DE [ MS ] er que boa parte delas, nao investe em patrulhas mecanizadas para fazer manutençao de estradas e ramais. montan-se altos - fornos sem uma minima estrutura possivel de patrulhas mecanizadas proprias para dar manutençao as estradas, e quando chega o periodo do inverno praticamente paran os alto-fornos por falta de carvao vegetal que nao chega aos silios das siderurgicas. e ficam nos patios das carvoarias pegando sol e chuva elevando o indice de umidade que quando chegar essa produçao aos aos silios das siderurgicas, com certeza, ainda serar descontado taxa de umidade dos coitados dos produtores. se ás mesmas investissem em patrulhas nada disso aconteceria.

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