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01/02/2009

Compradores cancelam pedidos de madeira brasileira

Os produtores brasileiros de madeira já contabilizam 40% de cancelamento de pedidos para exportação. A informação é de Vasco Flândoli Sobrinho, presidente da ABPMEX (Associação de Produtores e Exportadores de Madeira).

Os produtores brasileiros de madeira já contabilizam 40% de cancelamento de pedidos para exportação. A informação é de Vasco Flândoli Sobrinho, presidente da ABPMEX (Associação de Produtores e Exportadores de Madeira).Se a demanda externa pelo produto continuar a se retrair, a expectativa de Flândoli é que os negócios vinculados às  exportações de madeira sofram redução de 15% a 20% neste ano. "As empresas estrangeiras importadoras estão cancelando pedidos com cartas de crédito aprovadas. Essa é uma situação inusitada, que nunca nos ocorreu. Mesmo com crédito eles não compram porque o mercado local não vai absorver esses produtos", afirma Flândoli.
Segundo ele, 15% da produção de madeira brasileira é exportada, 60% dela para os Estados Unidos. Em 2008, a exportação de madeira foi de US$ 2,7 bilhões _17,34% menos que em 2007. Com a queda na demanda externa, os empresários estão tentando redirecionar os produtos ao mercado interno. Alguns itens, no entanto, são específicos para o mercado externo e não têm demanda no Brasil, como as cercas de madeira de residências americanas, diz Flândoli. O empresário também ressalta que o mercado doméstico não está absorvendo toda a produção. "Há um desaquecimento em diversos setores como construção civil e de móveis, que nos afetam diretamente", avalia. A solução encontrada pelas empresas está na redução da produção e na expansão das férias coletivas. Segundo Flândoli, demissões podem ocorrer, mas ainda não afetaram o setor significativamente. O setor de madeira já vinha enfrentando problemas antes mesmo da crise. No primeiro semestre de 2008, eles sentiram um recuo nas exportações em função da queda do dólar. Quando a moeda brasileira se desvalorizou ante o dólar em razão da crise econômica, o setor encontrou o mercado externo desaquecido.


Fonte: Folha de São Paulo



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