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24/01/2011

Heveicultores estimam perda de R$ 5,6 mi nos primeiros dias de 2011

Por causa das chuvas, a região Noroeste do Estado de São Paulo deixou de produzir, nos 12 primeiros dias de 2011, cerca de 3 mil quilos de coágulo, o equivalente a R$ 5,6 milhões. Conforme os heveicultores, a perda média da produção de látex ou de látex coagulado por causa do mau tempo foi de 60%.

Perda média de produção foi de 60%

Em períodos chuvosos a água da chuva atrapalha o serviço do sangrador e é carreada para as canecas que transbordam, levando o látex acumulado que ainda não coagulou. De acordo com Getúlio Ferreira, do Grupo Polifer, a chuva carrega o látex antes que o produtor acrescente ácido acético que funciona como coagulante do látex.

Ele afirmou que, atualmente, o sistema de sangria mais utilizado na heveicultura é o D4, seguido do D5, que consiste em sangrar a mesma seringueira num período de cinco em cinco dias. Percival Costa Júnior, da Heveatec, de Jaci, afirmou que um heveicultor que entrega 10 mil quilos de coágulo por semana vai conseguir entregar entre cinco mil a seis mil quilos.

No entanto, o coordenador da Comissão Técnica da Seringueira de São Paulo e o engenheiro agrônomo do Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) de Votuporanga, Carlos Alberto de Luca, afirmou que o látex que deixou de ser coletado não está totalmente perdido.

Luca estima que entre 70% e 80% da produção pode ser recuperada. “O sistema mais usado no momento é o D4. Isso significa que o produtor rural pode fazer 7 sangrias por mês e 70 por ano. Ele pode recuperar sangrias que ficaram por fazer”. A entressafra nos seringais dura cerca de dois meses.

Para isso, é necessário que o proprietário tenha uma boa gestão do seringal e elabore um calendário paralelo à programação inicial para que as sangrias de reposição sejam feitas no período da tarde, após a realização da sangria na madrugada ou pela manhã. No entanto, Luca afirma que outra preocupação é o fato de que, além da chuva, a temperatura tem caído acentuadamente, o que facilita a ação de fungos que atacam tanto as folhas tenras da seringueira e também os painéis. 


Fonte: Diário web citado por Painel Florestal



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