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26/01/2009

Plano energético para os próximos dez anos quer desenvolver fontes alternativas

O bagaço da cana-de-açúcar e a força dos ventos são fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos. A informação é do Plano Decenal de Expansão Energética (PDE) 2008-2017, feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O plano prevê o desenvolvimento e a contratação de novas formas de energia para o país e a construção de 82 usinas termelétricas e 71 hidrelétricas.

Energia eólica, uma das fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos.

O bagaço da cana-de-açúcar e a força dos ventos são fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos. A informação é do Plano Decenal de Expansão Energética (PDE) 2008-2017, feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O plano prevê o desenvolvimento e a contratação de novas formas de energia para o país e a construção de 82 usinas termelétricas e 71 hidrelétricas.O documento está disponível para consulta pública no site www.epe.gov.br até o dia 30 deste mês.

Segundo o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, em entrevista à Rádio Nacional, o Brasil tem grande potencial de energia, mas usa apenas um terço dessa capacidade. Para melhor aproveitamento seria necessário explorar formas alternativas. Ele destaca a bioeletricidade e a energia eólica (produzida por ventos) como áreas promissoras.

A bioeletricidade é a produção de energia a partir da biomassa, sobretudo do bagaço da cana-de-açúcar. Tolmasquim destaca que essa fonte vai ter papel crescente com a extração do etanol. “Haverá mais produção de bagaço de cana e maior produção de bioeletricidade”. Ele alerta, entretanto, que a colheita da cana dura sete meses, por isso é uma fonte de energia complementar.

Sobre a exploração eólica, Tolmasquim afirma que o Brasil também tem grande potencial e que o governo quer investir nessa área. “Estamos nos organizando para contratar energia eólica, a partir deste ano”. O empecilho, segundo ele, é o custo. “Os ventos não sopram o tempo todo, no Brasil os bons sítios ventam cerca de 40% do tempo. A empresa investe em um equipamento que gera energia em apenas parte do tempo, portanto a energia acaba saindo cara”. Apesar disso, o presidente da EPE lembra que é importante o país acompanhar essa tecnologia.


Fonte: Agência Brasil



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